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sexta-feira, julho 02, 2021

CHICO XAVIER E WALDO VIEIRA AJUDARAM MULTIDÕES ATRAVÉS DA PSICOGRAFIA

Chico Xavier e Waldo Vieira trabalharam juntos por cerca de dez anos. Ambos psicografaram em coautoria dezenas de livros, o primeiro deles “Evolução em Dois Mundos”, publicado em 1958. Enquanto um deles recebia dos espíritos um capítulo, o outro recebia o capítulo seguinte. Todo valor arrecadados com as obras foram destinados à caridade. 
 
CHICO XAVIER
Nascimento: 2 de abril de 1910 
Morte: 30 de junho de 2002 (92 anos) 
 
WALDO VIEIRA 
Nascimento: 12 de abril de 1932 
Morte: 2 de julho de 2015 (83 anos) 
 
 
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quarta-feira, março 24, 2021

A MULHER DE BRANCO

 Exibido no programa Mistério em 1997 o caso da Mulher de Branco que assombra as estradas a noite no mundo todo.

terça-feira, março 23, 2021

AS ÚLTIMAS DESCOBERTAS SOBRE JESUS DE NAZARÉ

 O programa Canal Livre exibido na TV Bandeirantes levou ao ar no dia 26 de dezembro de 2010 um debate com filósofos, jornalistas, historiadores e arqueólogos sobre as últimas descobertas sobre Jesus de Nazaré.

O QUE É O TOQUE DO REIKI?

 Em 1997 o programa Mistério, exibido pela extinta TV Manchete, exibia uma matéria sobre o Reiki.

segunda-feira, março 22, 2021

PROF. FLÁVIO PEREIRA NO COMANDO DA MADRUGADA

 Professor de Biologia da USP, correspondente da NASA, ufólogo e pesquisador de Transcomunicação Instrumental, em 1971 foi convidado pela Aeronáutica Brasileira para pesquisar os OVNIs oficialmente. Nesta entrevista, concedida dia 09 de junho de 1996, aborda os seguintes assuntos: 

  • Abduções
  • Os OVNIs e o Governo Brasileiro
  • O rosto de Marte
  • A autenticidade do Santo Sudário

 Infelizmente o segundo bloco deste programa, onde o prof. Flávio falaria de Transcomunicação Instrumental, eu não tenho.

terça-feira, abril 24, 2012

Hermógenes - Deus Me Livre de Ser Normal

Documentário sobre vida e obra de José Hermógenes, pioneiro da Yogaterapia

"A vida de Hermógenes é um apostolado, e ele é um arquipélago de conhecimentos", diz Divaldo Franco, o médium brasileiro mais famoso no mundo. O depoimento está no documentário Deus Me Livre de Ser Normal, do fotógrafo Marcelo Buainain, sobre a vida do professor.

O filme traz falas de alunos e amigos como Chico Xavier, Elba Ramalho e o escritor Pierre Weil. Amigo de longa data, o teólogo Leonardo Boff diz que Hermógenes é "um dos anjos bons do Brasil". Os dois se conheceram em 1971, período em que Boff lançava Jesus Cristo Libertador, fundando a Teologia da Libertação. De lá para cá, estiveram juntos em palestras pelo país. "Jamais pratiquei ioga, mas temos em comum a busca de um Deus interior", diz o teólogo.

"Sou egoísta e ainda tenho orgulho de convencer as pessoas. Sinto prazer no aplauso. Não deveria mais sentir isso", afirma. A idade avança e Hermógenes diz não sentir medo da morte: "Dão ênfase ao que a ioga faz com o corpo, esquecendo-se do autoconhecimento. Um dia a idade vem, trazendo o envelhecimento deste corpo, o sofrimento. Quando a vida se torna desagradável, a morte é como a sineta da escola. Vai começar o recreio!".

Fonte
http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EDG80086-6014-496,00.html




"Curar-se não é deixar de sentir sintomas, mas trocar 
repressão por compreensão; 
ignorância por sabedoria; 
ansiedade por contentamento; 
psicodelismo por alegria tranqüila; 
alienação por autoconhecimento; 
desespero por coragem; 
regressão por evolução; 
erotismo por amor; 
fadiga por energia; 
ódio por benevolência; 
guerra por paz; 
medo por serenidade; 
tédio por alegria de viver; 
prazeres por felicidade; 
astenia por vibração; 
vício por liberdade; 
vazio por plenitude; 
mentira por verdade; 
desejos por vontade; 
agitação por quietude; 
desvarios por sobriedade; 
dependência por auto-suficiência; 
brutalidade por refinamento; 
angústia por segurança; 
fragmentação por unidade; 
doença por higidez; 
ociosidade por ação fecunda; 
embotamento por criatividade; 
distância de Deus por eucaristia; 
apego por renúncia; 
hipocrisia por autenticidade; 
ressentimento por perdão; 
fragilidade por invencibilidade; 
passividade por cooperação; 
mendicidade por doação; 
cobiça por desapego"


Prof. José Hermógenes
Trecho retirado do livro "Yoga para Nervosos"

segunda-feira, janeiro 09, 2012

Wagner Borges - Programa Papo de Vanguarda

Entrevista muito boa sobre experiências fora do corpo e vida após a morte.



Nesta segunda parte Wagner explica a diferença entre os ambientes espirituais como o Umbral e o plano sutil das colônias (como Nosso Lar, por exemplo).



As religiões ajudam ou atrapalham o desenvolvimento espiritual?
Quem me receberá no plano espiritual quando eu morrer?



Mais em: http://www.ippb.org.br/

quinta-feira, março 10, 2011

Inception: A Origem

Analisando aspectos espirituais do filme

Para quem ainda não sabe sobre qual filme irei descrever... Inception (A Origem em Portugal e no Brasil) é um filme estadunidense de ficção científica lançado em 2010. Escrito, dirigido e produzido por Christopher Nolan (o mesmo de "Batman - o cavaleiro das trevas"), estrelado por Leonardo DiCaprio e Ellen Page. Foi indicado a oito Oscars, incluindo Melhor Filme, vencendo em quatro categorias: Melhor Fotografia, Melhores Efeitos Visuais, Melhor Edição de Som e Melhor Mixagem de Som.

Nolan trabalhou no roteiro por dez anos. Quando começou a pensar no filme, Nolan se inspirou em filmes como: "Matrix", "Dark City" e "Memento", dizendo "eles são baseados no princípio que o mundo a sua volta pode não ser real."

DiCaprio faz o papel de Dom Cobb, o lider de um grupo especializado em extrair ou inserir informações ou idéias do inconsciente dos seus alvos durante o sonho. Cobb é um ladrão incapaz de visitar seus filhos, que tem a chance de vê-los em troca de um último trabalho: fazer a inserção, plantar a origem de uma ideia na mente de um rival de seu cliente. Essa idéia irá levar a empresa rival à falência. É uma forma de espionagem industrial através dos sonhos. Já Ellen Page faz o papel de Ariadne, a Arquiteta, uma estudante de Arquitetura que é recrutada para construir os cenários dos sonhos, que são descritos como labirintos.

Abaixo listo os aspectos espirituais que encontrei ao assistir uma única vez o filme. Peço ajuda de vocês, aí nos comentários, para listarmos mais.


1.) A dor é sentida nos sonhos, porém a morte leva a pessoa a acordar.

Qualquer estudante de temas espirituais como Desdobramento, Projeção Astral ou Apometria sabem que se o projetor se sentir em perigo, com muito medo ou aflito demais, acabará acordando. Ou seja, o espírito retorna ao corpo e a pessoal acorda imediatamente. Mais sobre isso você encontra aqui.


2.) A mulher de Cobb

A falecida esposa de Cobb, é frequentemente uma presença malevolente nos seus sonhos/desdobramentos/projeções. Cobb sente muita culpa pelo suicídio da esposa e é incapaz de controlá-la. Aqui fica claro o processo de obsessão espiritual da moça sobre o rapaz. Obsessão, segundo o espiritismo, seria a interferência prejudicial exercida por um espírito sobre outro, sejam eles "encarnados" ou "desencarnados".


3.) Construindo o "Labirinto"

Aqui entra o papel da personagem de Ellen Page, Ariadne a Arquiteta. Curiosidade: O nome Ariadne vem da princesa da Mitologia Grega, filha do Rei Minos, que ajuda o herói Teseu dando a ele uma espada e uma bola com barbante para ajudá-lo a navegar pelo labirinto do Minotauro.

Recentemente estava lendo o livro "Obreiros da Vida Eterna" ditado pelo espírito André Luiz e psicografado por Chico Xavier, especialmente o capítulo 3 "O sublime visitante". Neste capítulo Nosso Lar recebe a visita de um admirável Emissário espiritual de Esferas Superiores e a pedido do instrutor Cornélio, é criado um ambiente belissimo para recepciona-lo. André descreve o que eles chamam de "Pintura Mental", um tipo de quadro vivo, um ambiente criado a partir de fluidos mentais. Essa passagem me fez lembrar muito da personagem de Ellen Page porque no filme ela era a encarregada de construir os ambientes para o grupo de DiCaprio. Acompanhe o trecho do livro:

    Após longo intervalo, destinado à nossa preparação mental, tornou ele, sem afetação:

    — Projetemos nossas forças mentais sobre a tela cristalina. O quadro a formar-se constará de paisagem simbólica, em que águas mansas, personificando a paz, alimentem vigorosa árvore, a representar a vida. Assumirei a responsabilidade da criação do tronco, enquanto os chefes das missões entrelaçarão energias criadoras fixando o lago tranquilo.

    E dirigindo-se especialmente a nós outros, os colaboradores mais humildes, acrescentou:
    — Formarão vocês a veste da árvore e a vegetação que contornará as águas serenas, bem como as características do trecho de firmamento que deverá cobrir a pintura mental.

    Após ligeira pausa, concluía:
    — Este, o quadro que ofereceremos ao visitante excepcional que nos falará em breves minutos, Atendamos aos sinais.

    Senti, à pressão do próprio esforço, que minha mente se deslocava na direção do gabinete de cristal, onde acreditei penetrar, colocando tufos de grama junto ao desenho do lago que deveria surgir... Utilizando as vigorosas energias da imaginação, recordei a espécie de planta que desejava naquela criação temporária, trazendo-a do passado terrestre para aquela hora sublime.

    Estruturei todas as minúcias das raízes, folhas e flores, e trabalhei, intensamente, na intimidade de mim mesmo, revivendo a lembrança e fixandoa no quadro, com a fidelidade possível...

    Fornecido o sinal de interrupção, retomei a postura natural de quem observa, a fim de examinar os resultados da experiência, e contemplei, oh! maravilha!... Jazia o gabinete fundamente transformado. Águas de indefinível beleza e admirável azul-celeste refletiam uma nesga de firmamento, banhando as raízes de venerável árvore, cujo tronco dizia, em silêncio, da própria grandiosidade. Miniaturas prodigiosas de cúmulos e nimbos estacionavam no céu, parecendo pairar muito longe de nós... As bordas do lago, contudo, figuravam-se quase nuas e os galhos do tronco apresentavam-se vestidos escassamente.

    O Instrutor, célere, retomou a palavra e dirigiu-se a nós com firmeza:
    — Meus amigos, a vossa obrigação não foi integralmente cumprida. Atentai para os detalhes incompletos e exteriorizai vosso poder dentro da eficiência necessária! Tendes, ainda, quinze minutos para terminar a obra.

    Entendemos, sem maiores explicações, o que desejava ele dizer e concentramo-nos, de novo, para consolidar as minudências de que deveria revestir-se a paisagem. Procurei imprimir mais energia à minha criação mental e, com mais presteza, busquei colocar as flores pequeninas nas ramagens humildes, recordando minhas funções de jardineiro, no amado lar que havia deixado na Terra - Orei, pedi a Jesus me ensinasse a cumprir o dever dos que desejavam a bênção do seu divino amor naquele Santuário e, quando a notificação soou novamente, confesso que chorei.

    O desenho vivo da gramínea que minha esposa e os filhinhos tanto haviam estimado, em minha companhia no mundo, adornava as margens, com um verde maravilhoso, e as mimosas flores azuis, semelhando-se a miosótis silvestres, surgiam abundantes...

    A árvore cobrira-se de folhagem farta e vegetação de singular formosura completava o quadro, que me pareceu digno de primoroso artista da Terra. Cornélio sorriu, evidenciando grande satisfação, e determinou que os dois auxiliares conservassem a destra unida ao gabinete.

    Desde esse momento, como se uma operação magnética desconhecida fôsse posta em ação, nossa pintura coletiva começou a dar sinais de vitalidade temporária. Algo de leve e imponderável, semelhante a caricioso sopro da Natureza, agitou brandamente a árvore respeitável, balouçando-se OS arbustos e a minúscula erva, a se refletirem nas águas muito azuis, docemente encrespadas de instante a instante...

    Minha gramínea estava, agora, tão viva e tão bela que o pensamento de angustiosa saudade do meu antigo lar ameaçou, de súbito, meu coração ainda frágil.


O que torna mais interessante é saber que o livro foi psicografado em 1946. E hoje, com todos os efeitos especiais e técnicas de narrativa de um FILME, existem pessoas que conheço e acharam essa idéia um pouco confusa. Imagina então contar esse tipo de coisa na década de 40!




Fontes
http://pt.wikipedia.org/wiki/A_Origem
http://inceptionmovie.warnerbros.com/dvd/

sexta-feira, agosto 27, 2010

Especial: Nosso Lar

A Vida no Mundo Espiritual

Em 1944 vem a público uma das obras mais populares da literatura espírita no país, o romance Nosso Lar, o mais vendido e divulgado da extensa obra do médium brasileiro Chico Xavier. Este é o primeiro de uma série de livros cuja autoria é atribuída ao espírito André Luiz.

Nosso lar é um romance que versa sobre os primeiros anos do médico André Luiz após sua morte, numa "colônia espiritual", espécie de cidade onde se reúnem espíritos para aprender e trabalhar entre uma encarnação e outra. O romance levanta questões acerca do sentido do trabalho justo e dignificante e da Lei de Causa e Efeito a que todos os espíritos, segundo o espiritismo, estariam submetidos.

Nosso Lar, obteve o primeiro lugar entre os dez melhores livros espíritas publicados no século XX, segundo pesquisa realizada em 1999 pela "Candeia Organização Espírita de Difusão e Cultura".

Desenhos minuciosos e detalhados do mapa da cidade "Nosso Lar" assim como a arquitetura das edificações, ministérios e casas, foram criados pela médium Heigorina Cunha através de suas observações realizadas durante suas saídas do corpo (desdobramento) em março de 1979, conduzidas e orientadas pelo espírito Lucius.

Estes desenhos serviram de inspiração para criar o visual arquitetônico da cidade que se vê no Nosso Lar (filme). Seus desenhos foram esclarecidos e confirmados por Chico Xavier de que se tratava realmente da cidade "Nosso Lar".


Resumo

Ao abrir os olhos, André Luiz sabe que não está mais vivo – embora sinta fome, sede, frio, ele percebe que não pertence mais ao mundo dos encarnados. Ao seu redor, uma planície escura, desértica, tenebrosa, marcada por gritos e seres que vivem à sombra. As dúvidas e as dores intensificam-se. Que destino seria esse? A trajetória deste médico bem-sucedido pelo mundo espiritual é a história de Nosso Lar. Após o sofrimento nessas zonas purgatoriais, ele é levado para a cidade que intitula o filme. Novas lições e conhecimentos, marcados ainda por momentos de dor e sofrimento, estão no caminho deste homem, que enquanto aprende como é a vida em outra dimensão, também anseia em voltar à Terra e rever a família. Só que, ao conseguir ver seus entes queridos, André Luiz percebe a grande verdade - a vida continua para todos.

No livro, André Luiz apresenta-se como um estudioso do mundo espiritual, "traduzindo" as suas percepções de forma didática para que possam ser entendidas pelos encarnados. Descreve com riqueza de detalhes a colônia de apoio Nosso Lar, com as suas construções (principalmente as casas de repouso para os recém desencarnados), o seu sistema de transporte e os Ministérios de Trabalho. Segundo André Luiz, a forma de organização da colônia, e de como se dão os trabalhos, são concepções criadas pelos espíritos superiores, e visam disponibilizar uma assistência permanente aos homens desencarnados e, inclusive, encarnados.


Sobre André Luiz

Nenhum autor descreveu com tantos detalhes e especificidades a experiência do mundo espiritual quanto André Luiz, fato que desencadeou a produção de inúmeros relatos semelhantes à sua abordagem. A série é considerada um clássico do Espiritismo e, segundo Herculano Pires, em momento algum a obra entrou em contradição doutrinária com os livros fundamentais publicados por Alan Kardec. André Luiz foi, até agora, o melhor ilustrador da Codificação. Tudo que veio antes e depois dele, ou foi incompleto, ou então recebeu sua influência no estilo e na forma.

Só que André Luiz foi um nome fictício, adotado pelo próprio Espírito para proteger sua identidade, a do médico carioca desencarndo, escolhido e supervisionado por Emmanuel (o mentor de Chico) para executar a tarefa literária inédita e delicada.

André Luiz teria sido, em sua última encarnação, possívelmente um desses 3 conhecidos médicos:

Carlos Chagas (médico sanitarista)
Nasceu em 09/07/1879, na cidade de Oliveira em Minas Gerais. Desencarnou na cidade do Rio de Janeiro, em 08/11/1934. Foi um médico sanitarista, cientista e bacteriologista. Trabalhou como clínico e pesquisador. Destacou-se ao descobrir o protozoário Trypanosoma cruzi (doença de Chagas). Ele foi o primeiro e o único cientista na história da medicina a descrever completamente uma doença infecciosa. Foi membro honorário da Academia Brasileira de Medicina e doutor honoris causa da Universidade de Harvard e Universidade de Paris. Também trabalhou no combate à leptospirose e às doenças venéreas.

Faustino Esposel (renomado neurologista)
Nasceu em 10/08/1888, na cidade do Rio de Janeiro. Desencarnou na mesma cidade, em 16/09/1931. Era professor substituto da seção de neurologia e psiquiatria da Faculdade de Medicina, catedrático de neurologia na Faculdade Fluminense de Medicina. Formou-se em 1910 em farmácia e em medicina pela Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro, onde defendeu a tese sobre "Arteriosclerose cerebral".

Oswaldo Cruz (médico sanitarista)
Nasceu em 05/08/1872, na cidade de São Luiz do Paraitinga. Desencarnou em Petrópolis em 11/02/1917. Foi um cientista, médico, bacteriologista, epidemiologista e sanitarista brasileiro. Pioneiro no estudo das moléstias tropicais e da medicina experimental no Brasil. Fundou em 1900 o Instituto Soroterápico Nacional no bairro de Manguinhos, no Rio de Janeiro, transformado em Instituto Oswaldo Cruz, respeitado internacionalmente.


Os Ministérios de Nosso Lar

Nosso Lar tem governador e seis ministérios: União Divina, Elevação, Esclarecimento, Comunicação, Auxílio e Regeneração. A colônia tem a forma de uma estrela de seis pontas - cada uma relacionada a um dos ministérios. Um enorme muro protege toda colônia de ataques dos espíritos que moram no Umbral e são organizados. Conheça agora cada um dos ministérios:


Ministério do Auxílio
Acolhe os espíritos que são resgatados no Umbral, por merecimento, como ocorreu com André Luiz. Se revelam proveito, com o correr do tempo são admitidos aos trabalhos de Auxílio, Comunicação e Esclarecimento, a fim de se prepararem, com eficiência, para futuras tarefas planetárias.

Ministério da Regeneração
Preparam-se os espíritos para a reencarnação. Uma parte pode escolher, com ajuda de seus mentores, a vinda voluntária. Outra, no entanto, está sujeita à volta à vida compulsória. É preciso miniaturizar o corpo astral (perispírito como também é conhecido) para ser acoplado ao "sêmem espiritual", que será conectado ao óvulo no momento da fertilização do óvulo pelo espermatozóide.

Ministério da União Divina
É o mais elevado. Dali partiriam os espíritos que, após perderem o corpo astral (emocional) por mérito, não precisam encarnar mais na Terra. Vivem na dimensão do corpo mental.


Ministério da Comunicação
Para o esclarecimento gradativo dos espíritos desencarnados, que se revelam necessitados de apoio e instrução. A palavra articulada, falada ou escrita, irradiada ou televisada, ainda é o processo mais rápido de comunicação.


Ministério da Elevação
É o ministério da renúncia e elevação pessoal.

Ministério da Esclarecimento
Tudo vai depender do equilíbrio do Espírito. A lembrança de fatos sombrios nem sempre são úteis ao nosso aprimoramento espiritual. De qualquer forma, podemos ter acesso à Seção do Arquivo, no Ministério do Esclarecimento, onde podemos conhecer nossas vidas passadas.

Governadoria
É sede movimentada de todos os assuntos administrativos, numerosos serviços de controle direto, como, por exemplo, o de alimentação, distribuição de energias elétricas, trânsito, transporte e outros.


Galeria de Vídeos













IMPORTANTE
Para a FOX, que produziu o filme, e todos os outros parceiros, o que interessa é a bilheteria. Se esta for um sucesso o filme será levado para o exterior. E para que isto se concretize o MAIS IMPORTANTE É A PRIMEIRA SEMANA. As semanas seguintes servem apenas para fins de estatística.

Portanto foi recomendado que divulguem isto: VAMOS LOGO NA PRIMEIRA SEMANA EM MAIOR NÚMERO POSSÍVEL.

A história de André Luiz não termina em "Nosso Lar".


Coleção "A Vida no Mundo Espiritual"

    Nosso Lar (1944)
    Os Mensageiros (1944)
    Missionários da Luz (1945)
    Obreiros da Vida Eterna (1946)
    No Mundo Maior (1947)
    Libertação (1949)
    Entre a Terra e o Céu (1954)
    Nos Domínios da Mediunidade (1955)
    Ação e Reação (1957)
    Evolução em Dois Mundos (1958)
    Mecanismos da Mediunidade (1960)
    Sexo e Destino (1963)
    E a Vida Continua... (1968)

    Obras complementares

    Agenda Cristã (1948)
    Conduta Espírita (1960)
    Desobsessão (1964)


Audionovela

Com produção realizada pela Editora Elevação a partir da iniciativa de José de Paiva Netto, a audionovela Nosso Lar foi realizada sob a direção e adaptação do diretor de TV Paulo Figueiredo. Diferentemente de audiolivros convencionais onde normalmente a obra é lida em sua inteireza - ou às vezes de forma condensada - por apenas uma pessoa, a audionovela Nosso Lar é em formato semelhante às novelas de rádio, onde há a representação dos personagens, efeitos sonoros e músicas. Na produção as vozes dos personagens são realizadas por grandes dubladores de superproduções de Hollywood


Fontes
http://nossolarofilme.com.br/
http://www.youtube.com/nossolarofilme
http://pt.wikipedia.org/wiki/Nosso_Lar
http://pt.wikipedia.org/wiki/Carlos_Chagas
http://pt.wikipedia.org/wiki/Osvaldo_Cruz

"A vida não cessa. A vida é fonte eterna
e a morte é o jogo escuro das ilusões"

quinta-feira, janeiro 21, 2010

Os Exilados da Capela

Uma síntese da evolução espiritual no mundo

O livro de Edgard Armond, “Os Exilados da Capela”, foi editado pela primeira vez em 1951, e apresenta a imigrações de espíritos vindos de outros orbes; afundamento de continentes lendários e transferência de conhecimentos há milênios.

O que você irá ler à seguir, é um resumo feito por mim apenas do primeiro assunto: imigrações de espíritos vindos de outros planetas. Recomendo a leitura completa da obra, pois retirei diversas comunicações do espirito de João Evangelista (por ser muito longa e detalhada), mas as mesmas merecem serem lidas na íntegra, para melhor entendimento desse assunto. Boa leitura!

A Constelação do Cocheiro é formada por um grupo de estrelas de várias grandezas, entre as quais se inclui a Capela, de primeira grandeza, que, por isso mesmo, é a alfa da constelação. Capela é uma estrela inúmeras vezes maior que o nosso Sol e, se este fosse colocado em seu lugar, mal seria percebido por nós, à vista desarmada. Dista da Terra cerca de 45 anos-luz.

Capela é uma estrela gasosa e de matéria tão fluídica que sua densidade pode ser confundida com a do ar que respiramos. Sua cor é amarela, o que demonstra ser um Sol em plena juventude, e, como um Sol, deve ser habitada por uma humanidade bastante evoluída. (ver O Livro dos Espíritos, Allan Kardec, perg.188)

Tudo tem sido revelado, gradativamente, em partes, pelo Mestre Divino ou pelos missionários que Ele tem enviado, de tempos a tempos, ao nosso orbe, para auxiliar o homem no seu esforço evolutivo, revelações essas que se dilataram enormemente e culminaram com os ensinamentos de Sua boca e a exemplificação de Sua vida, quando aqui desceu, pela última vez, neste mundo de misérias e maldades.

Cumpre-se, assim, linha por linha, a misericordiosa promessa do Cristo, de nos orientar e esclarecer, quando disse:
  • "Eu rogarei ao Pai e ele vos dará outro Consolador, para que fique convosco para sempre: o Espírito de Verdade, que o mundo não pode receber porque não o vê nem o conhece, mas vós o conheceis porque habita convosco e estará em vós. (Jo, 14:16-17)

  • Não vos deixarei órfãos: voltarei para vós. - Ainda tenho muitas coisas para vos dizer, mas não as podeis suportar, agora. Porém, quando vier aquele Espírito de Verdade, ele vos ensinará todas as coisas e vos guiará em toda a verdade." (Jo, 14:18; 16:12-13)

Sim, não nos deixaria órfãos e, realmente, não nos tem deixado. Emmanuel - um desses Espíritos de Verdade - mostrou discretamente e com auxílio de outros benfeitores autorizados, novos campos da penetração espiritual, para que o homem deste fim de ciclo realize um esforço maior de ascensão e se prepare melhor para os novos embates do futuro no mundo renovado do Terceiro Milênio que tão rapidamente se aproxima.

Assim, sabemos agora que esta humanidade atual foi constituída, em seus primórdios, por duas categorias de homens: uma retardada, que veio evoluindo lentamente, através das formas rudimentares da vida terrena, pela seleção natural das espécies e outra categoria, composta de seres mais evoluídos e dominantes, que constituíram as levas exiladas da Capela.

Esses milhões de transferidos, em época impossível de ser agora determinada, eram detentores de conhecimentos mais amplos e de entendimentos mais dilatados, em relação aos habitantes da Terra, e foram o elemento novo que arrastou a humanidade animalizada daqueles tempos para novos campos de atividade construtiva, para a prática da vida social e, sobretudo, deu-lhe as primeiras noções de espiritualidade e do conhecimento de uma divindade criadora.

Para melhor metodização do estudo que vamos dividir a história da vida humana, na Terra, em três ciclos:

Primeiro ciclo:
Se reflete no sistema sideral de que fazemos parte e até onde se estende a autoridade espiritual de Jesus Cristo, o sublime arquiteto e divino diretor planetário. A evolução, no astral do planeta, dos espíritos que formaram a Primeira Raça-Mãe; depois com a encarnação dos homens primitivos na Segunda Raça-Mãe, suas sucessivas gerações e selecionamentos periódicos para aperfeiçoamentos etnográficos: na terceira e na quarta, com a migração de espíritos vindos da Capela; corrupção moral subseqüente e expurgo da Terra com os cataclismos que a tradição espiritual registra.

Segundo ciclo:
Inicia-se com as massas sobreviventes desses cataclismos; atravessa toda a fase consumida com a formação de novas e mais adiantadas sociedades humanas e termina com a vinda do Messias Redentor.

Terceiro ciclo:
Com o último ato do sacrifício do Divino Mestre, e vem até nossos dias, devendo encerrar-se com o advento do Terceiro Milênio, em pleno Aquário, quando a humanidade sofrerá novo expurgo – Apocalipse. Se iniciará, na Terra, um período de vida moral mais perfeito, para tornar realidade os ensinamentos contidos nos evangelhos cristãos.


No Tempo do Primeiros Homens

O princípio de todas as coisas e seres é o pensamento divino que, no ato da emissão e por virtude própria, se transforma em leis vivas, imutáveis, permanentes.

Entidades realmente divinas, como intérpretes, ou melhor, executoras dos pensamentos do Criador, utilizam-se do Verbo - que é o pensamento fora de Deus - e pelo Verbo plasmam o pensamento na matéria; a força do Verbo, dentro das leis, age sobre a matéria, condensando-a, criando formas, arcabouços, para as manifestações individuais da vida.

O pensamento divino só pode ser plasmado pela ação dinâmica do Verbo, e este só pode ser emitido por entidades espirituais individualizadas - o que o Absoluto não é - intermediários existentes fora do plano Absoluto, mas que possuam força e poder, para agir no campo da criação universal.

Assim, quando o pensamento divino é manifestado pelo Verbo, ele se plasma na matéria fundamental, pela força da mesma enunciação, dando nascimento à forma, à criação visível, aparencial. (Ver O Livro dos Espíritos, Allan Kardec, perg. 27 e 27-a)

Ora, para a criação da Terra o Verbo foi e é o Cristo. Paulo, em sua epístola aos Efésios, 3:9, diz: "Deus, por Jesus Cristo, criou todas as coisas."

O Absoluto, pelo pensamento, cria a vida e as leis, e entidades espirituais do plano divino, pela força do Verbo, plasmam a criação na matéria, dão forma e estrutura a todas as coisas e seres e presidem sua evolução na Eternidade.

Ao seu redor, circundando a Terra formou-se uma camada fluídica, de teor mais elevado, destinada a servir-lhe de limitação e proteção, como também de matriz astral para a elaboração das formas vivas destinadas a evoluir nesse mundo em formação.

Nessa camada se continham os germes dos seres, conforme foram concebidos pelos Espíritos Criadores das Formas, representando tipos-padrões, fluidicamente plasmados para futuros desenvolvimentos.

Esses germes espalharam-se pela superfície do globo em formação, aguardando oportunidade de desenvolvimento; e quando, após inúmeras repetições desse processo de intercâmbio, a periferia do globo ofereceu, finalmente, condições favoráveis de consistência, umidade e temperatura, nela surgiu a matéria orgânica primordial - o protoplasma - que permitiu a eclosão da vida, com a proliferação dos germes já existentes, bem como espíritos humanos em condições primárias.

Segundo pesquisas e conclusões da ciência oficial, a Terra tem dois bilhões de anos de existência, tendo vivido um bilhão de anos em processo de ebulição e resfriamento, após o que e, somente então, surgiram os primeiros seres dotados de vida.

Nesses primórdios da evolução humana, e no ápice do reino animal, estavam os símios, muito parecidos com os homens, porém, ainda animais, sem aquilo que, justamente, distingue o homem do animal, a saber: a inteligência.

Deste ponto em diante, por mais que investigasse, a ciência não conseguiu localizar um tipo intermediário de transição, bem definido entre o animal e o homem.

Na realidade, a Ciência ignora a data e o local do aparecimento do verdadeiro tipo humano, como também ignora qual o primeiro ser que pode ser considerado como tal. O elo, portanto, entre o tipo animal mais evoluído e o homem primitivo, se perde entre o Pitecantropo, que era bestial, e o Homo Sapiens que veio 400 mil anos mais tarde.

Se a ciência, até hoje, não descobriu esses tipos intermediários é porque eles realmente não existiram na Terra: foram plasmados em outros planos de vida, onde os Prepostos do Senhor realizaram a sublime operação de acrescentar ao tipo animal mais perfeito e evoluído de sua classe os atributos humanos que, por si sós - conquanto aparente e inicialmente invisíveis - dariam ao animal condições de vida enormemente diferentes e possibilidades evolutivas impossíveis de existirem no reino animal, cujos tipos se restringem e se limitam em si mesmos.

Sobre assunto de tão delicado aspecto ouçamos o que diz o instrutor Emmanuel, em comunicação recebida, em 1937, pelo médium Francisco Cândido Xavier:
    O homem, para atingir o complexo de suas perfeições biológicas na Terra, teve o concurso de Espíritos exilados de um mundo melhor para o orbe terráqueo, Espíritos esses que se convencionou chamar de componentes da raça adâmica, que foram em tempos remotíssimos desterrados para as sombras e para as regiões selvagens da Terra, porquanto a evolução espiritual do mundo em que viviam não mais a tolerava, em virtude de suas reincidências no mal.

Assim, pois, quando essa operação transformadora se consumou fora da Terra, no astral planetário ou em algum mundo vizinho, estava de fato criada a raça humana, com todas as suas características e atributos iniciais, a Primeira Raça-Mãe, que a tradição espiritual oriental definiu da seguinte maneira: "espíritos ainda inconscientes, habitando corpos fluídicos, pouco consistentes".


As Encarnações na Segunda Raça

"espíritos habitando formas mais consistentes, já possuidores de mais lucidez e personalidade", porém ainda não fisicamente humanos.

Iniciou-se com estes espíritos um estágio de adaptação na crosta planetária. Esta segunda raça deve ser considerada como pré-adâmica. Estava-se nos albores do período quaternário.

Os
homens dessa Segunda Raça em quase nada se distinguiam dos seus antecessores símios; eram grotescos, animalizados, inteiramente peludos, enormes cabeças pendentes para a frente, braços longos que quase tocavam os joelhos; ferozes, de andar trôpego e vacilante e em cujo olhar, inexpressivo e esquivo, predominavam a desconfiança e o medo.

Os ímpetos do sexo nasceram de forma terrivelmente bárbara e os homens saíam furtivamente de seus antros escuros para se apoderarem pela força de companheiras inconscientes e indefesas, com as quais geravam filhos que se criavam por si mesmos, ao redor do núcleo familiar, como feras.

Com o correr do tempo, entretanto, essa proliferação desordenada e o agrupamento forçado de seres do mesmo sangue, obrigaram os homens a procurar habitações mais amplas e cômodas, que encontraram em grutas e cavernas naturais, nas bases das colinas ou nas anfratuosidades das montanhas. Famílias foram se unindo, formando tribos, se amalgamando, cruzando tipos, elegendo chefes e elaborando as primeiras regras de vida em comum, que visavam preferentemente às necessidades materiais da subsistência e da procriação.


A Terceira Raça-Mãe

"O sentimento começa a despertar-lhe". Estava-se no período em que a ciência oficial denomina - Era da Pedra Lascada.

Por efeito de causas pouco conhecidas, ocorreu um resfriamento súbito da atmosfera, formando-se geleiras, que cobriam toda a Terra. O homem, que mal ainda se adaptava ao ambiente planetário, teve então seus sofrimentos agravados com a necessidade vital de defender-se do frio intenso, cobrindo-se de peles de animais subjugados em lutas temerárias e desiguais, em que lançava mão de armas rudimentares.

Foi então que o seu instinto e as inspirações dos Assistentes Invisíveis o levaram à descoberta providencial do fogo, o novo e precioso elemento de vida e defesa, que abriu à humanidade torturada de então novos recursos de sobrevivência e de conforto.

Entretanto, tempos mais tarde, as alternativas da evolução física do globo determinaram acentuado aquecimento geral, que provocou súbito degelo e terríveis inundações, fenômeno esse que, na tradição pré-histórica, ficou conhecido como - o dilúvio universal, - atribuído a um desvio do eixo do globo que se obliquou e provocado pela aproximação de um astro, que determinou também alterações na sua órbita.

Acentuou-se, em conseqüência, o progresso da vida humana no orbe, surgindo as primeiras tribos de gerações mais aperfeiçoadas, que formaram a humanidade da Terceira Raça-Mãe, composta de homens de porte agigantado, cabeça mais bem conformada e mais ereta, braços mais curtos e pernas mais longas, que caminhavam com mais aprumo e segurança, em cujos olhos se vislumbravam mais acentuados lampejos de entendimento.

Eram nômades; mantinham-se em lutas constantes entre si e mais que nunca predominavam entre eles a força e a violência, a lei do mais forte prevalecendo para a solução de todos os casos, problemas ou divergências que entre eles surgissem.

Todavia, formavam já sociedades mais estáveis e numerosas, do ponto de vista tribal, sobre as quais dominavam, sob o caráter de chefes ou patriarcas, aqueles que fisicamente houvessem conseguido vencer todas as resistências e afastar toda a concorrência.

A humanidade, nessa ocasião, estava então num ponto em que uma ajuda exterior era necessária e urgente, não só para consolidar os poucos e laboriosos passos já palmilhados como, principalmente, para dar-lhe diretrizes mais seguras e mais amplas no sentido evolutivo.

Em nenhuma época da vida humana tem-lhe faltado o auxílio do Alto que, quase sempre, se realiza pela descida de Emissários autorizados. O problema da Terra, porém, naqueles tempos, exigia para sua solução, medidas mais amplas e mais completas que, aliás, não tardaram a ser tomadas pelas entidades espirituais responsáveis pelo progresso planetário, como veremos em seguida.


A Sentença Divina

Em meio o ciclo evolutivo da Terceira Raça, nas esferas espirituais, foi considerada a situação da Terra e resolvida a imigração para ela de populações de outros orbes mais adiantados, para que o homem planetário pudesse receber um poderoso estímulo e uma ajuda direta na sua árdua luta pela conquista da própria espiritualidade.

Esses ciclos são muito longos no tempo, pois incluem a evolução milenar de todas as respectivas sub-raças. A escolha, como já dissemos, recaiu nos habitantes da Capela.

    "Há muitos milênios, um dos orbes do Cocheiro, que guarda muitas afinidades com o globo terrestre, atingira a culminância de um dos seus extraordinários ciclos evolutivos...

    Alguns milhões de espíritos rebeldes lá existiam, no caminho da evolução geral, dificultando a consolidação das penosas conquistas daqueles povos cheios de piedade e de virtudes..."


    Emmanuel
    Livro "A Caminho da Luz" Cap. III

Aliás, essa permuta de populações entre orbes afins de um mesmo sistema sideral, e mesmo de sistemas diferentes, ocorre periodicamente, sucedendo sempre a expurgos de caráter seletivo, como também é fenômeno que se enquadra nas leis gerais da justiça e da sabedoria divinas, porque vem permitir reajustamentos oportunos, retomadas de equilíbrio, harmonia e continuidade de avanços evolutivos para as comunidades de espíritos habitantes dos diferentes mundos.

Por outro lado, é a misericórdia divina que se manifesta, possibilitando a reciprocidade do auxílio, a permuta de ajuda e de conforto, o exercício, enfim, da fraternidade para todos os seres da criação.

Os escolhidos, neste caso, foram os habitantes da Capela que, como já foi dito, deviam dali ser expurgados por terem se tornado incompatíveis com os altos padrões de vida moral já atingidos pela evoluída humanidade daquele orbe.

Reunidos no plano etéreo daquele orbe, foram postos na presença do Divino Mestre para receberem o estímulo da Esperança e a palavra da Promessa, que lhes serviriam de consolação e de amparo nas trevas dos sofrimentos físicos e morais, que lhes estavam reservados por séculos.

Grandioso e comovedor foi, então, o espetáculo daquelas turbas de condenados, que colhiam os frutos dolorosos de seus desvarios, segundo a lei imutável da eterna justiça.

Eis como Emmanuel, no seu estilo severo e eloqüente, descreve a cena:
    "Foi assim que Jesus recebeu, à luz do seu reino de amor e de justiça, aquela turba de seres sofredores e infelizes. Com a sua palavra sábia compassiva exortou aquelas almas desventuradas à edificação da consciência pelo cumprimento dos deveres de solidariedade e de amor, no esforço regenerador de si mesmas.

    Mostrou-lhes os campos de lutas que se desdobravam na Terra, envolvendo-as no halo bendito de sua misericórdia e de sua caridade sem limites. Abençoou-lhes as lágrimas santificadoras, fazendo-lhes sentir os sagrados triunfos do futuro e prometendo-lhes a sua colaboração cotidiana e a sua vinda no porvir.

    Aqueles seres desolados e aflitos, que deixavam atrás de si todo um mundo de afetos, não obstante os seus corações empedernidos na prática do mal, seriam degredados na face obscura do planeta terrestre; andariam desprezados na noite dos milênios da saudade e da amargura, reencarnar-se-iam no seio das raças ignorantes e primitivas, a lembrarem o paraíso perdido nos firmamentos distantes.

    Por muitos séculos não veriam a suave luz da Capela, mas trabalhariam na Terra acariciados por Jesus e confortados na sua imensa misericórdia."

E assim a decisão irrevogável se cumpriu e os exilados, fechados seus olhos para os esplendores da vida feliz no seu mundo, foram arrojados na queda tormentosa, para de novo somente abri-los nas sombras escuras, de sofrimento e de morte, do novo "hábitat" planetário.

E após a queda, conduzidos por entidades amorosas, auxiliares do Divino Pastor, foram os degredados reunidos no etéreo terrestre e agasalhados em uma colônia espiritual, acima da crosta, onde, durante algum tempo, permaneceriam em trabalhos de preparação e de adaptação para a futura vida a iniciar-se no novo ambiente planetário.


As Encarnações Punitivas

A esse tempo, os Prepostos do Senhor haviam conseguido selecionar, em várias partes do globo, e no seio dos vários povos que o habitavam, núcleos distintos e apurados de homens primitivos em cujos corpos, já biologicamente aperfeiçoados, devia iniciar-se a reencarnação dos capelinos.

Os capelinos, pois, que já estavam reunidos, como vimos, no etéreo terrestre, aguardando o momento propício, começaram, então, a encarnar nos grupos selecionados.

A descida dessa raça maior causou, como era natural, no que respeita à vida de seus habitantes primitivos, sensível modificação no ambiente terrestre que, ainda mal refeito das convulsões telúricas que assinalaram os primeiros tempos de sua formação geológica, continuava, entretanto, sujeito a profundas alterações e flutuações de ordem geral.

Como já dissemos, toda mudança de ciclo evolutivo acarreta profundas alterações, materiais e espirituais, nos orbes em que se dão; nos céus, na terra e nas águas há terríveis convulsões, deslocamentos, subversões de toda ordem com dolorosos sofrimentos para todos os seus habitantes.

Logo, após, os primeiros contatos que se deram com os seres primitivos e, reencarnados os capelinos nos tipos selecionados já referidos, verificou-se de pronto tamanha dessemelhança e contraste, material e intelectual, entre essas duas espécies de homens, que sentiram aqueles imediatamente a evidente e assombrosa superioridade dos ádvenas, que passaram logo a ser considerados super-homens, semideuses, Filhos de Deus, como diz a GÊNESE mosaica, e, como é natural, a dominar e dirigir os terrícolas.

Adotaram-se costumes mais brandos e esboçaram-se os primeiros rudimentos das leis; os povos, que então saíam da Era da Pedra Polida, estabeleceram os fundamentos da indústria com a utilização, se bem que incipiente, dos metais; foi-se assegurando aos poucos a base de uma consciência coletiva e os homens, pelas experiências já sofridas e pelo crescente despertar da Razão, ainda que embrionária, iniciaram uma tentativa de organização social, em novo e mais promissor período de civilização.

Enfim, naquela paisagem primitiva e selvagem, que era realmente um cadinho combusto de forças em ebulição, definiram-se os primeiros fundamentos da vida espiritual planetária.


Tradições Espirituais da Descida

Onde está Adão, com a sua queda do paraíso? Compreendemos, afinal, que Adão e Eva constituem uma lembrança dos espíritos degredados na paisagem obscura da Terra, como Caim e Abel são dois símbolos para a personalidade das criaturas "Maldita é a Terra por causa de ti - disse o Senhor; com dor comerás dela todos os dias de tua vida... No suor do teu rosto, comerás o seu pão até que te tornes à Terra."

Refere-se o texto aos capelinos, às sucessivas reencarnações que sofriam para resgate de suas culpas. Se é verdade que os Filhos da Terra, no esforço de sua própria evolução, teriam de passar dificuldades e padecimentos, próprios dos passos iniciais do aprendizado moral, dúvidas também não restam de que a Terra, de alguma forma, foi maleficiada com a descida dos degredados, que para aqui trouxeram novos e mais pesados compromissos a resgatar e nos quais seriam envolvidos também os habitantes primitivos.

Caim e Abel - os dois primeiros filhos - são unicamente símbolos das tendências do caráter dessas legiões de emigrados, formadas, em parte, por espíritos rebeldes, violentos e orgulhosos e, em parte, por outros - ainda que criminosos - porém já mais pacificados, conformados e submissos à vontade do Senhor.
    "... e saiu Caim da face do Senhor e habitou na terra de Nod, da banda do Oriente do Éden. E conheceu Caim a sua mulher e ela concebeu e gerou Henoch; e ele edificou uma cidade..."
É fácil de ver que se Caim e Abel realmente tivessem existido como filhos primeiros do primeiro casal humano, não teria Caim encontrado mulher para com ela se casar, porque a Terra seria, então, desabitada. É, pois, evidente que os capelinos, ao chegar, já encontraram o mundo habitado por outros homens.


Conclusão

Alguns milhões de espíritos rebeldes lá existiam, dificultando o progresso daqueles povos cheios de piedade e virtudes. As grandes comunidades espirituais, diretoras do cosmos, resolveram, então, trazer aqueles espíritos aqui para a terra longínqua.

Na Terra eles aprenderiam a realizar, na dor e nos trabalhos penosos do seu ambiente, as grandes conquistas do coração, impulsionando, simultaneamente, o progresso dos povos primitivos que habitavam este planeta.

Foi assim que Jesus, como governador da Terra, recebeu, à luz do Seu reino de amor e de justiça, aquela multidão de seres sofredores e infelizes. Jesus mostrou-lhes os campos imensos de luta que se desdobravam na terra, envolvendo-os no halo bendito da sua misericórdia e da sua caridade sem limites.

Abençoou-lhes as lágrimas salutares, fazendo-lhes sentir os sagrados triunfos do futuro e prometendo-lhes a Sua colaboração cotidiana e a Sua vinda no porvir. Esses espíritos, vindos de um mundo em que o progresso já estava bem acentuado, guardavam no coração a sensação do paraíso perdido.

Ao encarnar na Terra, se dividiram em quatro grandes grupamentos dando origem à raça branca, ou adâmica, que até então não existia no orbe terrestre. Formaram, desse modo, o grupo dos árias, a civilização do Egito, o povo de Israel e as castas da Índia. Tendo ouvido a palavra do Divino Mestre antes de chegar à Terra, guardavam a lembrança da promessa do Cristo.

Eis por que as grandezas do Evangelho foram previstas e cantadas alguns milênios antes da vinda do Sublime Galileu, no seio de todos os povos, pelos antigos profetas.

Em razão de seus elevados patrimônios morais, guardavam no íntimo uma lembrança mais viva das experiências de sua pátria distante. Uma saudade torturante de seu mundo distante, onde deixaram seus mais caros afetos, foi a base de todas as suas organizações religiosas.

Depois de perpetuarem nas pirâmides os seus avançados conhecimentos, todos os espíritos daquela região africana regressaram à pátria sideral. Isso explica por que muitas raças que trouxeram grande contribuição de conhecimentos à terra, desapareceram há muito tempo.

Informações preciosas sobre a história da humanidade terrestre foram trazidas pelo Espírito Emmanuel, através da mediunidade de Chico Xavier e constam do livro "A Caminho da Luz".

segunda-feira, novembro 30, 2009

Pequenas Estórias para Praticar o TAO II

Criar Afinidade

Havia um praticante fiel, muito sincero para com a Santa Kuan Yin. Certo dia, aconteceu uma grande enchente e ele foi para cima do telhado aguardar socorro. Em todos os momentos, enquanto a água subia, ele orava pedindo para Santa Kuan Yin vir salvá-lo.

Depois de algum tempo, uma pessoa surgiu remando e pediu-lhe para entrar no barco. Ele disse que a Santa Kuan Yin viria salvá-lo e ignorou a ajuda. Assim, o barco foi embora.

Enquanto a água subia até o joelho, ele gritava para Santa Kuan Yin vir salvá-lo. Então, apareceu uma lancha vinda de longe e chamou-o para entrar, mas ele continuou a esperar pela Santa e a lancha partiu. Quando a água chegou à altura de seu peito, ele ainda pedia em voz alta para a Santa vir salvá-lo. De repente , um helicóptero desceu do céu e jogou-lhe uma corda para resgatá-lo, mas ele não perdera sua crença e continuou a esperar pela Santa. Assim sendo, o helicóptero foi embora.

Ao final, ele quase se afogou e foi Buda Vivo Ti-Kon que o salvou. Mas, mesmo assim ele reclamou dizendo:

  • Buda! Como a Santa Kuan Yin não me salvou se possuo tanta crença e sinceridade?
O Buda Vivo Ti-Kon lhe respondeu:

  • Você é muito ignorante, pois um Boddhisattava veio remando para salvá-lo e você não quis ir; a lancha veio e você também não gostou. Você dispensou até um helicóptero. Você não agradece e ainda fica se queixando... Realmente, falta afinidade búdica!

Ensinamentos de Compaixão do Buda Vivo Ti-kon

A grande prisão é o apego. Quando temos apego ao ego, com certeza nos tornamos ignorantes, não conseguindo distinguir o verdadeiro do falso.


Referência Bibliográfica
YUEH, Yu Pi. Pequenas Estórias para praticar o TAO, Volume 1.
São Paulo, Paulus, 2008, pg. 37.
Para mais informações sobre o livro escreva para luazul@ig.com.br

sexta-feira, outubro 02, 2009

O método Kovacsik no tratamento e cura do câncer

Estevam Kovacsik curou mas de 3 mil pessoas com seu método.

Primeiro gostaria de contar a vocês como esse documentário chegou até as minhas mãos. Um belo dia eu e meu amigo Fábio, que conheci a mais de 10 anos (chegamos até a trabalhar juntos na área de programação), estávamos almoçando e ele comentou sobre um documentário que falava sobre a cura do câncer. A verdade é que eu não tinha dado muita importância, mas junto dele havia o filme "La Belle Verte". Resolvi assistir primeiro ao filme, pois era final de semana e a esposa (grávida) não queria sair de casa.

Achei sensacional! Era tudo o que eu sempre pensei sobre uma sociedade alternativa. Mais tarde, depois de alguns finais de semana, fui assistir ao documentário. Apenas uma palavra: Emocionante.

Estevam Kovacsik foi um homem muito sério, pesquisador dedicado, gostava das coisas certas, chegando às vezes até a parecer uma pessoa brava. Vivia exclusivamente com o objetivo de encontrar a cura do câncer para toda a humanidade, abnegando de seu próprio descanso e lazer.

Lá na década de 40 já pensava o seguinte: Se o câncer existe há tantos anos e a medicina até hoje não descobriu a origem e nem como tratar, essa doença deve manifestar-se de algum outro modo.

Foi em 1948 que o senhor Estevam teve a primeira idéia de como poderia surgir o câncer. Um dia comprou cerca de 30 pintinhos e os soltou em seu galinheiro. Mais tarde percebeu que a maioria estava morrendo. Rapidamente e ele correu para colocar em outro espaço os que sobraram. Esse episódio, que para muitos seria uma questão rotineira, para ele foi um momento chave de questionamento.

Como isso, Estavam Kovacsik tomou como base em suas pesquisa a Radiestesia, que consiste em trabalhar com as vibrações. Todo ser vivo ou objeto inanimado, emite vibrações, cada um com características próprias.

O senhor Kovacsik, através da varinha ou do pêndulo, mediu a vibração no local. Aprofundando-se nas pesquisas ele descobriu que haviam veios de água contaminada, que emitiam vibrações especificamente maléficas, baixando a imunidade corporal dos pintinhos.

A primeira fase de sua pesquisa foi de 1948 a 1964. Nessa fase concluiu que pessoas, animais ou vegetação que viviam sob veios de água poluídas, que emitiam vibrações maléficas, não tinham um desenvolvimento normal e saudável. Que consistia na exposição prolongada (cerca de 3 a 4 anos) e o aparecimento de um vírus, o vírus do câncer.

Fazendo um adendo aqui. O Espírito de Ramatis, no livro "Fisiologia da Alma" (Psicografia de Hercílio Maes), desvenda o mecanismo oculto que desencadeia, a partir dos corpos sutis do ser humano, as enfermidades do corpo físico. Na década de 50, Ramatis já trazia essa informação de que o câncer deveria ser tratado pela humanidade como um vírus. O que ele explica é que esse vírus se instala no perispírito do ser, manifestando-se no corpo físico. O resultado do câncer seria através do nosso campo psíquico desajustado + carga fluídica mórbida + moléstia epidêmica. Acompanhe:

    Ramatis: O contágio patogênico só é possível quando nas próprias criaturas contagiadas existe o elemento fundamental “miasmático” que, então, serve de base para os germes contagiantes. A maioria da humanidade terrena ainda é portadora de carga fluídica mórbida, ou de um miasma crônico, que vem sendo nutrido através dos séculos e dos milênios, pela imprudência dela mesma. Esse miasma, que se entretém como uma carga mórbida coletiva, serve então de elo favorável para que a moléstia epidêmica se dissemine e se faça o contágio. E uma soma residual dos tóxicos psíquicos que são elaborados pelas criaturas em sucessivas encarnações, constituindo-se na essência mórbida básica, que faz eclodir as enfermidades semelhantes e alimenta os germes afins.
    ...
    Pergunta: Como essa descida de tóxicos do perispírito para o copo físico é assunto complexo demais para o nosso entendimento, poderíeis nos descrever alguma operação química do nosso mundo, que nos desse uma idéia melhor do acontecimento psíquico?
    Ramatis: Embora se trate de um exemplo rudimentar, lembremos que o enxofre, quando submetido ao calor, passa do estado sólido ao gasoso, através do conhecido fenômeno de sublimação química. Em estado gasoso, ele ainda é visível no seio da retorta mas, se for submetido à ação de um calor cada vez mais intenso, torna-se transparente, alcança o estado radiante e fica invisível. No entanto, em operação inversa, pelo resfriamento gradativo, o químico pode fazê-lo retornar ao seu antigo estado sólido; então o gás fluidíssimo e invisível, do enxofre sublimado, “baixa” outra vez do mundo oculto e se faz visível aos olhos físicos. Assim também diríamos que o “tóxico psíquico”, que circula no perispírito da criatura, é como o gás invisível do enxofre bastante sublimado pelo calor e que, por efeito de um “resfriamento mental”, também baixa em sua freqüência vibratória, até condensar-se, pouco a pouco, na carne do corpo físico, produzindo a estagnação que favorece a infecção microbiana ou a degeneração orgânica.

O tratamento criado pelo senhor Kovacsik consiste em uma pirâmide associada a uma peça metálica chamada de acelerador. Esse processo resulta na eliminação da vida do vírus. Primeiro é feito o diagnóstico com o auxilio do pêndulo, para identificação do vírus na pessoa. Identificada a vibração do vírus na pessoa, ela passa a ser tratada com o método Kovacsik.

De uma forma bem resumida, coloquei aqui um pouquinho do que é essa maravilhosa história de vida do senhor Estevam Kovacsik e sua extraordinária pesquisa.

O documentário aborda o Método Kovacsik para tratamento e cura do câncer. Realizado em 2007, dirigido por Daniel Kovacsik, bisneto de Estevam. Para quem tiver interesse de adquirir o DVD com o documentário "Da origem ao fim do câncer", entrar em contato com Daniel Kovacsik através do e-mail daniel@aemk.com.br





quarta-feira, setembro 30, 2009

Dr. Sérgio Felipe de Oliveira - A Glândula Pineal

Psiquiatra brasileiro, mestre em Ciências pela USP e destacado pesquisador na área da Psicobiofísica.

A sua pesquisa reúne conceitos de Psicologia, de Física, de Biologia e do espiritismo. Desenvolve estudos sobre a glândula pineal, estabelecendo relações com atividades psíquicas e recepção de sinais do mundo espiritual por meio de ondas eletromagnéticas. Realiza um trabalho junto à Associação Médico-Espírita de São Paulo AMESP e possui a clínica Pineal Mind, onde faz seus atendimentos e aplica suas pesquisas.

Segundo o mesmo, a pineal forma os cristais de apatita que, em indivíduos adultos, facilita a captura do campo magnético que chega e repele outros cristais. Esses cristais são apontados através de exames de tomografia em pacientes com facilidade no fenômeno da incorporação. Já em outros pacientes, em que os exames não apontam tais cristais, foi observado que o desdobramento fora facilmente apontado.

Segundo a revista Espiritismo & Ciência, "o mistério não é recente. Há mais de dois mil anos, a glândula pineal é tida como a sede da alma. Para os praticantes da ioga, a pineal é o ajna chakra, ou o “terceiro olho”, que leva ao autoconhecimento. O filósofo e matemático francês René Descartes, em Carta a Mersenne, de 1640, afirma que “existiria no cérebro uma glândula que seria o local onde a alma se fixaria mais intensamente”.

Sérgio Felipe de Oliveira tem feito palestras sobre o tema em várias universidades do Brasil e do exterior, inclusive na Universidade de Londres. Numa apresentação na Universidade de Caxias do Sul, o pesquisador afirmou ter recebido vários estímulos para estudar a glândula pineal quando ainda estava concentrado em pesquisas na área de física e matemática.

Um desses estímulos foi uma visão em que lhe apareceu o professor Zerbini, renomado médico cardiologista e pioneiro dos transplantes de coração no Brasil. Zerbini, a quem sérgio teria substituído em seus dois últimos compromissos acadêmicos, sugeriu a Sérgio insistentemente (durante a visão) que estudasse a glândula pineal, conforme o relato do pesquisador.

Abaixo, a sensacional palestra ministrada na Universidade de Caxias do Sul: