quarta-feira, setembro 20, 2006

UFO's na Amazônia e a "Operação Prato"

Colares, ilha pertencente ao município de Vigia, no litoral do Pará. Em 1977, o Primeiro Comando Aéreo Regional da Aeronáutica (I Comar) recebe um ofício da prefeitura da época avisando que os UFOs estavam incomodando os pescadores e alguns já não conseguiam mais exercer suas atividades.

Os objetos sobrevoavam as embarcações, mergulhavam ao lado delas em rios e mares. A população local passava as noites em claro, as pessoas acendiam fogueiras e soltavam fogos para tentar afugentar os invasores, que eram conhecidos como "chupa-chupa", "aparelho" ou simplesmente "o chupa". Foi o pavor que fez com que o prefeito se dirigisse ao comando do Comar pedindo providências.

O assunto era encarado pelas Forças Armadas como um fenômeno duvidoso, improvável e havia muita gozação a respeito, mas foi decidido que os fatos seriam pesquisados. Ali se iniciava a Operação Prato, uma equipe destinada a investigar secretamente o fenômeno UFO na Amazônia, o único projeto do gênero que se tem notícias em nosso país, comandada por Uyrangê Bolívar Soares Nogueira de Hollanda Lima, que 20 anos depois tornaria-se o primeiro oficial das Forças Armadas a quebrar o silêncio e vir à publico, revelando a veracidade e os detalhes da missão.

Realizada entre setembro e dezembro de 1977, a investigação tinha o intuito de desmistificar as estórias, descobrir que tudo não passava de erros de interpretação, alucinação e enganos coletivos. Superando todas as expectativas, no entanto, a Operação Prato resultou na comprovação da origem extraterrestre do fenômeno que vinha se manifestando em toda área ribeirinha e litorânea do Pará, começando pelos relatos e marcas físicas nos moradores, que eram perseguidos e atacados por luzes estranhas.

Inúmeras experiências extraordinárias foram vividas pelo coronel e outros oficiais, em noites e dias de vigília na selva. Hollanda e seus comandados tinham a incumbência de documentar os acontecimentos ufológicos na Amazônia, mas acabaram tendo contatos pessoais com naves extraterrestres. O oficial teve certeza de que os episódios eram reais, especialmente quando UFOs começaram aparecer de todos os lados, enormes e pequenos, distantes ou muito próximos.

Algumas eram assustadoras, pois os objetos tinham tamanhos exagerados. Ficou claro que eles sabiam da presença e do tipo de missão da equipe, parecendo haver uma certa interação e até respeito por parte dos alienígenas, pois não houve aparentemente nenhuma agressão contra os oficiais. Em apenas três ou quatro meses e mesmo com tantas coisas extraordinárias acontecendo, a Aeronáutica e o Comar desativaram as investigações.

Quase tudo foi devidamente documentado, fotografado, filmado e entregue aos seus superiores, mas deve ter sido arquivado e ninguém consegue obter informações da Aeronáutica, até hoje, a respeito.

Ao invés de desmistificações, acabaram conseguindo provas irrefutáveis da ação de seres não terrestres em nosso meio. Isso desmoralizaria a Força Aérea e o governo brasileiro. Este é, com certeza, um dos motivos para o silêncio. Posteriormente, em sua casa, aconteceram alguns fenômenos paranormais ao coronel Hollanda e, numa noite, adentrou em seu quarto um forte clarão, seguido de um estalido, iluminando tudo. Surgiu um ser por trás da cabeceira da cama, abraçando-o, com outro ao seu lado, este com 1,5 m, vestido com uma roupa parecida à usada por mergulhadores, além de uma máscara ou touca. Em seguida, ouviu-se outro estalo e o clarão desapareceu, junto com os humanóides. Sua esposa estava presente, mas não percebeu nada, continuou dormindo.

Oficial na reserva, Uyrangê Bolívar Soares Nogueira de Hollanda Lima acumulou méritos por ter se destacado em cada uma das funções para as quais foi designado e, mesmo pouco conhecido da maioria das pessoas, contribuiu imensamente para a Ufologia ao quebrar o silêncio, já que suas entrevistas garantiram um tratamento mais sério para o assunto.

Hollanda não se lembrava do lapso de tempo, mas depois desse acontecimento seu braço esquerdo apresentava coceira e manchas avermelhadas, além de algo pontiagudo sob a pele. Em 1997, depois de ser entrevistado pelo programa Fantástico, da Rede Globo e também pela Equipe UFO [Entrevista publicada nas edições 54 e 55], conversando com o pesquisador e hipnólogo Mário Nogueira Rangel, revelou interesse em ser submetido à regressão hipnótica,mas antes de ser marcada uma data para isso, o coronel faleceu, deixando-nos sem detalhes sobre sua possível abdução.


PROGRAMA LINHA DIRETA DA REDE GLOBO
Domingos Meirelles apresentou com competência a vida de Uyrangê Hollanda.

Clique abaixo e assista
[
Parte I] [Parte II] [Parte III] [Parte IV]


Fonte
http://www.ufo.com.br/amazonia/

4 comentários:

Goj disse...

O Rob, no ano passado os arquivos confidenciais da força aérea brasileira a esse respeito não foram abertos, me lembro de ter assistido algo se não me engano na globo sobre?

Sr. R disse...

É isso mesmo, o Fantástico (Rede Globo) exibiu uma matéria sobre a abertura dos aquivos desse caso e do caso de 1986, entitulado "A noite dos OVNIs", que você pode conferir aqui mesmo

http://arquivoconfidencial.blogspot.com/2005/12/1986-noite-oficial-dos-ovnis.html

M.B.L disse...

Quando satanas se rebelou contra Deus 1/3 de seus anjos seguiram a satanas.Alguns desses que foram eganados por satanas,se arrependeram mas nao podiam ser perdoados por Deus abandonando tambem a satanas. Sao esses que voam pela escuridao do espaço,reservados p/ o dia do juizo e nos visitam dentro da limitaçao de nao interferir na vida humana.Tome cuidado com essas luzes no Ceu,83 porcento dos fenomenos relacionados a OVNIS sao luzes.Pois satanas se transfigura em anjo de luz para enganar os incaltos. M.B.L

Anônimo disse...

O que a Rede Globo exibiu não foi sobre esse caso, foi sobre A Nite dos OVINI's que aconteceu parece que em São Paulo...

Esse da Operação Prato foi aqui no Pará... até minha mãe me disse que as pessoas aqui em Belém ficavam com medo do "chupa-chupa" aparecer de noite para pega-las.