quarta-feira, fevereiro 07, 2007

1982 - O Caso do Voo 169 da Vasp


Uma das experiências mais extraordinárias da história da ufologia é, sem dúvida alguma, o caso do chamado vôo 169 da VASP, que aconteceu em meio a uma grande onda ufológica, na madrugada do dia 8 de fevereiro de 1982, quando os passageiros e a tripulação de um Boeing 727/200 da VASP tiveram a chance de observar um OVNI por mais de uma hora, num vôo de Fortaleza para São Paulo, com escala na cidade do Rio de Janeiro. No total, aproximadamente 150 pessoas participaram da experiência.

A repercussão do caso chegou ao exterior, levando vários jornais e revistas em diversos países a relatarem o fato, que passou a ser também um clássico da literatura ufológica de nosso país. Gerson Maciel de Britto acabou sendo conferencista de vários eventos, prestou um depoimento detalhado no qual o piloto revelou - além de todos os detalhes do caso e seus desdobramentos - outras três experiências mantidas anteriormente durante outros vôos, respectivamente nos anos de 1963, 1975 e 1978.

Segundo Britto, o vôo teve início com a decolagem por volta das 2 horas da madrugada, da cidade de Fortaleza. O céu estava limpo, apresentando visibilidade total, condições que seriam mantidas durante toda a rota. Cerca de uma hora depois da decolagem, quando sobrevoavam a cidade de Petrolina, já no Estado de Pernambuco, o comandante percebe então pela primeira vez a presença de um objeto luminoso à esquerda do avião, semelhante inicialmente aos faróis de um avião. A partir daquele momento Britto passa a monitorar com atenção o OVNI, para verificar a trajetória que o objeto seguiria em relação à rota de seu avião, pensando na segurança do vôo que comandava.

Britto percebeu que aquela fonte luminosa mantinha a mesma distância de seu Boeing, com uma trajetória paralela, sem fator de aproximação. Em seguida, percebe então já uma mutação de cor no objeto, como se ele estivesse girando em torno de si, ionizando gases de nossa atmosfera, apresentando uma coloração alternadamente avermelhada, cor de abóbora e azulada. Em seguida o comandante do vôo entra em contato com a jurisdição de tráfego aéreo de Recife, para saber se existia algum tráfego especial da Força Aérea Brasileira na região, já que não havia sido informado previamente, como é normal quando do início do vôo de qualquer vôo comercial, que pudesse explicar o que ele e os demais tripulantes estavam observando. Em resposta, "Recife" comunica - através do rádio - que desconhecia qualquer vôo militar na área, e que não tinham também informações sobre qualquer outro tráfego comercial naquele momento na região.

Segundo Britto, em frações de segundo o aparelho se deslocava dezenas de milhas, se posicionando bem mais à frente do avião, para depois retroceder à posição anterior, demonstrando um potencial tecnológico muito além da nossa compreensão. Estas variações de velocidade e posição ocorreram várias vezes, e foram observadas tanto visualmente como através do radar de bordo.

Quando o vôo já estava nas proximidades da cidade de Belo Horizonte, aquele objeto - que mantinha desde o início uma distância razoável do Boeing - começou a se aproximar de maneira definitiva, e o CINDACTA entrou em contato finalmente com a tripulação reportando que estavam detectando um eco-radar na posição nove horas, ou seja, bem à esquerda, a uma distância de 8 milhas náuticas. O comandante Britto estranhou o comportamento do CINDACTA, pois só quando começou a se materializar uma situação de conflito de tráfego aéreo os operadores do órgão resolveram assumir que o OVNI estava realmente em suas telas. O foco luminoso cada vez ficava maior com sua aproximação do Boeing. Segundo Britto, ele já conseguia observava uma estrutura discoidal em meio àquela intensa luminosidade, com o tamanho equivalente a dois aviões jumbos juntos.

A partir deste momento o comandante do vôo - já entendendo que se tratava realmente de uma nave extraterrena que, de alguma forma, estava tentando entrar em contato - deixou o seu lado mais humano surgir, mentalizando uma mensagem de boas-vindas aos tripulantes do objeto, e em seguida teve a idéia de convocar o restante da tripulação - já que até aquele momento apenas a tripulação da cabine vinha acompanhando o fenômeno - e os próprios passageiros para partilharem aqueles momentos especiais. O avião foi inundado por uma luminosidade intensa de coloração azulada, e os passageiros, de maneira tranqüila e ordeira, foram se revezando nas janelas do lado esquerdo para observarem o fenômeno.

Britto pôde observar ainda, quando já sobrevoava as serras nas proximidades do Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro, o OVNI por trás de uma formação nevoenta que existia sobre a região. Com a chegada do avião ao Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro, os passageiros que desceram começaram a divulgar o ocorrido, e a mesma coisa aconteceu pouco tempo depois já em São Paulo, chamando a atenção do plantão de imprensa no local.

Fonte
http://www.saindodamatrix.com.br

5 comentários:

Mário disse...

Sou o filho do comandante Pravato,q ue estava no Transbrasil que também avistou o OVNI, gostaria de um contato para disponibilizar material do meu pai

Sr. R disse...

Oi Mário, deixe um e-mail para entrarmos em contato. Obrigado.

chikochikete disse...

prezado amigo,fui testemunho desse caso "em terra" estava,em meu quarto no domingo 07/02/82 por volta das 23:00hs,quando tive um aviso "mediúnico" "telepático" de que, "UMA LUZ CRUZARIA OS CÉUS DA BAHIA"por volta das 3:30 pra 4:00 da manhã.
Conheci o comandante BRITO,no Rio de Janeiro, e conversamos muito sobre esse AVISTAMENTO!

Apollus disse...

Hei Hei!!

Eu também previ esse contato imediato!!1

No dia 06-02-82, às 23:23 eu dei 23 peidos seguidos que federam a casa toda até as 4 horas da manhâ, e, sempre, que isso ocorre, indica que:
- Vai vir um ovni de outro mundo vai tentar contato conosco ou uma expecie de animal será extinta..

Como não tenho0 noticía da segunda opção...

C.E.V. MANCHESTER disse...

Olá, eu e mais duas amigas e 3 conhecidos, vimos algo parecido no mesmo ano, no mês de fevereiro, mas foi no domingo de carnaval, na cidade de Peruíbe,litoral sul de São Paulo, por volta das 3 ou 4 horas da manha, do domingo para a segunda, mas infelizmente não temos fotos, mas foi algo parecido com isso ficou horas parado, sobre o mar. E muitas pessoas viram além de nós, pois era carnaval e tinha muitas pessoas na praia, além do mais meus amigos que estavam em Mongaguá uma cidade próxima também avistaram, já que era uma luz em formato de gota, que ia do laranja para o amarelo, as vezes ficava rosa,