quarta-feira, novembro 09, 2005

galinha põe ovos de formatos inusitados

MG: galinha caipira põe ovos de formatos inusitados

Um ovo em formato de cabaça e quatro redondos, do tamanho de uma bolinha de pingue-pongue, botados por uma galinha caipira, têm sido o principal assunto das rodas de conversa dos bares e ruas da pacata Nova União (MG), cidade localizada às margens da BR-381, na Região Metropolitana de Belo Horizonte (MG). O proprietário da galinha, o comerciante Reginaldo dos Santos Lima, 29 anos, vai colocar os ovos em exposição na sua sorveteria, no Centro da cidade, que tem 5,6 mil habitantes.

"Não vamos vender ou comer os ovos. Vamos aproveitar a curiosidade das pessoas para aumentar a venda de sorvetes", disse o cunhado de Reginaldo, o garçom Manoel Dervane dos Santos.

Ontem, ele acomodou os ovos em uma vasilha forrada com algodão, e os levou para a Secretaria de Estado da Agricultura, no Bairro Funcionários, em BH, onde trabalha. Analisados por técnicos da secretaria, veio o veredito: o formato diferenciado é devido a uma anomalia no ovário.

"A galinha botou um ovo por dia, e, o último, foi o de formato de cabaça. Depois de alguns dias, voltou a botar os ovos normalmente", disse Manoel Dervane.

Segundo ele, os ovos diferentes foram postos em agosto, mas só agora resolveram trazê-los para análise da Secretaria de Agricultura. No quintal da casa há outras cinco galinhas, mas nenhuma delas botou ovos diferentes.

"As pessoas mais velhas, que moram em Nova União, disseram que nunca viram nada igual. E todo mundo que fica sabendo, pede para ver os ovos. Para evitar que eles se quebrem, vou sugerir ao meu cunhado que coloque os ovos dentro de uma proteção de vidro", revelou o garçom.

Em fevereiro do ano passado, um outro fenômeno chamou a atenção, desta vez, dos moradores do Bairro Maria Goretti, em Belo Horizonte. Na casa de Maria Matilde de Souza, a dona Zinha, 55 anos, uma galinha botou um ovo de 180 gramas. Depois de 18 dias, a galinha morreu. Dona Zinha contou que deu, sem sucesso, todo o tipo de vitamina para tentar salvá-la.

Fonte
http://noticias.terra.com.br/popular/interna/0,,OI746126-EI1141,00.html

terça-feira, novembro 08, 2005

segunda-feira, novembro 07, 2005

Calendário Bichos da Revista 2006

Minha cachorrinha está concorrendo a uma vaga no calendário da Revista da Folha de 2006. Essas são as fotos que enviei...



Não haverá distribuição de prêmios. O objetivo é selecionar 12 animais para ilustrar o Calendário Bichos da Revista 2006, que será distribuído junto com a última edição do ano, no dia 18/12.

O resultado será anunciado em reportagem publicada na mesma edição.A participação é aberta a qualquer tipo de bicho de estimação. Só vale enviar fotos de animais próprios e que vivam com o dono.

sexta-feira, novembro 04, 2005

Bolas de fogo sobre a Alemanha

Bolas de fogo sobre a Alemanha geram especulação de óvnis

A presença de várias enormes bolas de fogo no céu da Alemanha nesta semana levou muita gente a acreditar que estava vendo objetos voadores não-identificados (óvnis), mas os cientistas acreditam que se trata mesmo de uma bizarra temporada anual de meteoros.

Segundo o site da Nasa, essas bolas de fogo foram vistas em outros lugares do mundo, talvez pelo fato de que a órbita da Terra esteja atravessando uma zona de destroços espaciais. Muitos alemães notaram o fenômeno, segundo Werner Walter, astrônomo amador de Mannheim que mantém um site sobre fenômenos astronômicos inexplicados e uma linha telefônica que recebe relatos de óvnis.

"A última visão relatada foi ontem às 19h30 em um corredor perto da fronteira com a Holanda", disse ele à Reuters por telefone. "Esta semana tivemos pelo menos 15 emails e telefonemas de pessoas relatando essas bolas de fogo", disse ele. "Algumas pessoas dizem que parece coisa saída de um filme de terror e ficção científica."

Walter disse que astrônomos profissionais e amadores consideram também a possibilidade de que o fenômeno seja causado por "queda de satélites ou óvnis". "É possível que sejam óvnis, que são, afinal, coisas que não podemos explicar."

O site científico da Nasa (http://science.nasa.gov) menciona relatos de pessoas que viram bolas de fogo nos Estados Unidos, no Canadá, na Holanda, na Irlanda do Norte e no Japão. Há inclusive imagens das bolas de fogo, que um homem comparou a um holofote.

Walter descreveu o fenômeno como "bolas de fogo supergrandes e coloridas que correm com a velocidade da luz pelo céu".

Mas o site da Nasa cita o especialista em meteoros David Asher, do Observatório Armagh (Irlanda do Norte), segundo quem as pessoas "provavelmente estão vendo uma chuva de meteoros taurídeos".

Os taurídeos são meteoros oriundos da constelação de Touro. Seu auge ocorre entre o final de outubro e o começo de novembro.


Fontes
1.) http://noticias.terra.com.br/popular/interna/0,,OI739637-EI1141,00.html
2.) http://science.nasa.gov/headlines/y2005/03nov_taurids.htm

segunda-feira, outubro 31, 2005

1958 - O Caso Trindade

No dia 16 de janeiro de 1958, um evento ufológico de grande importância ocorreria próximo da ilha de Trindade. A de um navio de Guerra da Marinha do Brasil, estava o fotógrafo profissional Almiro Baraúna.

Por volta do meio-dia, um objeto que se aproximava despertou a atenção da tripulação que, por sua vez, chamou Baraúna. Este, relatou o que observou: um objeto muito brilhante que foi se aproximando e que por alguns instantes ficou estacionário sobre a ilha, para depois desaparecer em grande velocidade no horizonte, deixando um risco branco no céu.

Baraúna tirou um total de 6 fotos, das quais 4 mostravam bem o objeto. O comandante do navio, Capitão Bacellar, ordenou que o filme fosse imediatamente levado para a câmara escura do navio, para que fosse revelado. A Marinha classificou os filmes como autênticos e posteriormente, o presidente da república, Sr. Juscelino Kubitschek liberou os filmes para a imprensa, com o reconhecimento oficial do UFO.

O objeto registrado, em forma de planeta Saturno, veio do mar, sobrevoou a ilha, passou sobre a ponta da Crista do Galo e depois sobre o monte Desejo, e escondeu-se atrás de um morro. Mas reapareceu novamente do outro lado, retornou para o mar, parou e em seguida disparou em altíssima velocidade, como se fosse um foguete.

Era completamente silencioso. O fato não durou mais que 14 segundos, mas 48 testemunhas observaram tudo o que aconteceu, perplexas, e entre elas marinheiros, sargentos e oficiais. Como civis, estavam no navio advogado, capitão da reserva da FAB, industrial, diretor de um Aeroclube carioca, e um professor de geologia. Todos eram da equipe do Clube de Caça Submarina de Icaraí, em Niterói (RJ).

O negativos e fotos foram exaustivamente analisados pelo Laboratório de Reconhecimento Aéreo da Marinha e pelo Serviço Aerofotogramétrico Cruzeiro do Sul. Todo o material foi considerado absolutamente genuíno e produto de uma ocorrência real, contando com o testemunho de militares experimentados e profissionais idôneos.

A evidência fotográfica foi repercutida no Jornal Correio da Manhã do dia 21 de fevereiro daquele ano. Quatro dias depois, a agência de notícias internacionais United Press tratou do caso afirmando que o Ministério da Marinha do Brasil confirmava a autenticidade das fotos de um UFO e, por conseguinte, da existência de UFOs.

Até hoje, pela confirmação das testemunhas e pelo reconhecimento oficial, as fotos de Almiro Baraúna continuam sendo uma das melhores evidências da existência de objetos voadores não identificados.

sexta-feira, outubro 28, 2005

Cientistas criam controle remoto para humanos

A responsável pela original criação é a Nippon Telegraph & Telephone Corp. (NTT), maior companhia de telefonia do Japão.

O "controle remoto para pessoas" funciona da seguinte maneira: um headset especial é colocado na cabeça delas, e emite correntes elétricas de baixíssima voltagem, tanto da esquerda para a direita quanto da direita para a esquerda. Tudo vai depender do que a pessoa que está com o controle deseja. Sim, porque dependendo do comando que ela executa, a eletricidade vai influenciar o cérebro da pessoa a querer ir para um determinado lado.

A inveção foi matéria da revista internacional NewScientist.
O mecanismo funciona através de estímulos do sistema vestibular, espécie de tubos internos da região da orelha preenchidos com fluidos que dão a noção de equilíbrio ao corpo humano.

A tecnologia, conhecida como Galvanic Vestibular Stimulation (GVS), permite influenciar no equilíbrio da pessoa, que tende a desviar-se para direita ou esquerda a fim de retornar a estabilidade.

O projeto foi revelado no dia 2 de agosto em uma feira de tecnologia realizada em Los Angeles, onde voluntários experimentaram o invento. Os desenvolvedores acreditam que o sistema poderá ser usado inicialmente para tornar jogos eletrônicos mais reais. Em um jogo de corrida, por exemplo, o jogador poderá sentir o desvio da gravidade em caso de uma curva fechada. Apesar da aplicabilidade nos games ser algo evidente, alguns especialistas alertam para o risco de lesão do tecido em caso de uso freqüente do GVS.

Sua aplicação, contudo, também pode significar uma esperança no tratamento de pessoas com problemas no sistema vestibular. Apesar do uso comercial ser ainda teórico, uma patente datada de 1990, nos Estados Unidos, já prevê os direitos sobre o uso do GVS como ferramenta em sistemas de realidade virtual


Fontes
http://idgnow.uol.com.br/AdPortalv5/DiversaoInterna.aspx?GUID=621A2F1B-1B9D-4643-9F00-724F7CABF268&ChannelID=2000010
http://br.news.yahoo.com/051026/7/ypzo.html


Observações
Até agora não havia qualquer evidência científica de que uma pessoa pudesse ser manipulada dessa forma, coincidência ou não, a CIA estava trabalhando em algo muito parecido: o projeto MK-ULTRA, que durou, oficialmente, de 1953 a 1973.

Em 74, o MK-ULTRA foi exposto ao público por uma investigação do Senado norte-americano. O objetivo do projeto era "ganhar controle sobre o comportamento humano", através do uso de drogas (como o LSD) e outras "técnicas", aplicadas em seres humanos - voluntários ou nem tanto.

Oficialmente, o programa não produziu qualquer resultado prático - algumas pessoas ficaram loucas, outras muito machucadas, mas ninguém se tornou "controlável".


Referência no "Arquivo X"
Assita ao 3º episódio da segunda temporada, chamado "Sangue".

terça-feira, outubro 25, 2005

1950 - O casal Trent

Terminava o dia de 11 de maio de 1950 com o céu enconberto. Eram 19:30 horas e a senhora Trent seguia seu hábito diário de ir alimentar seus coelhos, que ficam num viveiro no quintal. Sua casa se situada a uns 16 quilômetros ao sudoeste de McMinniville, Oregon (EUA). O marido, Paul Trent, permanece dentro da casa, possivelmente dedicado a algum trabalho. Porém naquele dia aconteceu algo inusitado: a senhora Trent observa um objeto estranho que se deslocava em direção noroeste. A estranha presença do objeto fez com que a senhora saisse correndo a procura do marido. Paul Trent vai até o quintal com sua esposa e observa também o UFO, que lentamente segue seu deslocamento.

Naquele instante, Paul Trent lembrou que no seu carro tinha uma máquina fotográfica e saiu para procurá-la, enquanto que sua esposa lhe diz que a mesma se encontrava na casa. Paul entra em casa, apanha a câmera e começa a focar o objeto. A câmera estava carregada com um filme que ainda tinha duas ou três fotos disponíveis. Enquanto isso, o UFO se aproxima lentamente e agora o casal Trent podia observá-lo com maior nitidez: era prateado, brilhante e não deixava qualquer rastro de fumaça no seu silencioso vôo. O objeto estava girando e, nesse instante, Paul bate a primeira fotografia. Em seguida, o UFO acelera girando para o norte, momento em que Paul bate a segunda fotografia. Neste clássico caso ufológico, há dois fatos que contribuem para a sua credibilidade:


01 – A terceira e última foto do filme dos Trent não foi utilizada até três dias depois (dia das Mães).

02 – Bill Power, o autor do artigo que daria publicidade ao caso, afirmou que encontrou os negativos no chão do escritório de Paul, embaixo da mesa onde as crianças estiveram brincando.

O caso das fotografias do casal Trent foi investigado pelo Comitê Condon, sendo seu resultado surpreendente, já que não se pôde encontrar nada que evidenciasse um truque ou má fé por parte das testemunhas. De fato, a análise dos negativos deu resultado comprovando que o objeto era assimétrico e que ambas as fotografias podiam superpôr-se, coincidindo nos seus mínimos detalhes.

Era impossível que se tratasse de uma miniatura lançada ao ar, a qual deveria ter estado dotada de um mínimo de movimento rotativo, que teria impossibilitado esta circunstância. Segundo as declarações das testemunhas, Paul Trent teve que mexer-se para a direita, caso contrário a casa teria ocultado o objeto. As fotografias confirmam este fato.

A análise global dos negativos, depois de ser comprovada a fotometria, índice de brilho, etc, concluía textualmente:

"É um dos poucos informes sobre UFOs no qual todos os fatores estudados, sejam geométricos, psicológicos e físicos, estão em perfeito acordo com a hipótese segundo a qual um extraordinário objeto voador prateado, metálico, em forma de disco, de aproximadamente uns trinta metros de diâmetro e evidentemente artificial, foi observado pelas testemunhas".

Ampliação

Durante anos, desde que as fotografias foram publicadas, numerosos investigadores entrevistaram pessoalmente os Trent. O primeiro entrevistador foi William Powell. Ele ficou convencido que os Trent falaram a verdade, como publicou no jornal o editor P. Bladine. O banqueiro, F. Wortmann (já falecido), mais tarde escreveu, em 1969, ao Dr. James McDonald que Paul Trent

"é um indivíduo em que pode ser confiado sem qualquer pergunta".

Em um "pequeno e inteligente relatório", enviado ao Escritório de Investigações Especiais da Força Aérea, o sargento L. J. Hyder se referiu ao casal Trent como

"cidadãos significativos, sólidos e honrados da comunidade".

O Frank Halstead, um astrônomo, entrevistou os Trent em 1958 e declarou em uma carta para major Donald Keyhoe, que

"eles pareciam ser pessoas muito sinceras".

A carta de Halstead contém a primeira referência para uma possível investigação realizada por parte do FBI sobre os Trent. Em 1967, Hartmann entrevistou os Trent durante a análise das fotos deles para o Comitê Condon. Ele ficou impressionado pela falta de interesse econômico dos Trent nas fotos, como comprovou, pelo fato de que o senhor Paul Trent nem mesmo desceu do trator dele enquanto Hartmann o estava entrevistando.
Em 1969, o Dr. McDonald teve algumas conversas telefônicas com os Trent e concluiu:

"Eu os acho serem o tipo das pessoas que dificilmente poderiam levar isso como uma brincadeira imaginativa ou invenção".

Bruce Maccabee fez vinte e seis entrevistas, por telefone, com a senhora Trent, durante o período 1974 a 1977. Durante este tempo, ela manteve a consistência em seu depoimento, como era esperado, em relação ao avistamento. Ela também informou que tinha uma nova informação em resposta para certas perguntas, que nunca antes tinha sido perguntada, como perguntas sobre as atividades diárias típicas deles e o envolvimento de qualquer parente e amigos no resultado do avistamento.

A senhora Trent declarou que, algum tempo depois em que as fotos foram publicadas, uma senhora fazendeira, que morava algumas milhas distante de sua residência, em 1950, contou para senhora Trent que ela também tinha visto o estranho objeto, parecido com um pára-quedas. A senhora Trent também pensa que sua mãe poderia ter visto o objeto. Infelizmente o pai de Paul Trent já tinha falecido na época da entrevista do Hartmann, a senhora que era vizinha dela, de acordo com senhora Trent, ainda estava viva. Infelizmente, Hartmann não perguntou para semhora Trent se ela sabia de outra testemunha.

A senhora Trent passou por dois testes PSE (Psychological Stress Evaluator – Avaliação de Stress Psicológico), conforme declarações que ela fez relativo ao avistamento. Na opinião dos analistas de PSE, ela não mostrou nenhuma tensão notável quando respondia quaisquer das perguntas relativas ao avistamento e eventos associados (por exemplo, outra testemunha, atividades diárias, etc). Assim, parece que aquela conclusão oficial do senhor Hartmann ainda é válida (conclusão positiva sobre a validade do caso).

Para mais informações acesse infa.com.br

segunda-feira, outubro 24, 2005

1948 - Caso Thomas Mantell

Piloto norte americano que morreu apos perseguir um UFO em 1948.

Nas primeiras horas da tarde do dia 07 de janeiro de 1948, centenas de pessoas viram um objeto que definiram como "um sorvete de casquinha com a parte superior vermelha", que se dirigia lentamente e a baixa altitude rumo a Fort Knox, Estado de Kentucky. O Fort Knox é uma zona de alta segurança usada para guardar as reservas de ouro dos Estados Unidos. Seu espaço aéreo é proibido e constantes rondas de caças acontecem. Os mais sofisticados radares vasculham, 24 horas por dia, nos 365 dias do ano, toda a região.

Em torno das 14:30 horas, os radares acusaram um gigantesco OVNI se deslocando vagorosamente sobre Fort Knox. Imediatamente o comando militar responsável pela segurança do Campo Godman providenciou uma interceptação aérea do intruso. O Campo Godman é uma base militar que está baseada – convenientemente – ao lado de Fort Knox.

Justamente nesse momento, uma esquadrilha composta de 4 caças P-51 Mustang estava chegando de uma ronda aérea. A esquadrilha em questão era liderada pelo capitão Thomas Mantell que, devido ao seu desempenho em combate durante a Guerra, ele tinha várias condecorações e era uma espécie de ídolo das Forças Armadas. O que se seguiu naquela fatídica tarde de 07 de janeiro de 1948 marcou "a fogo" a vaidade militar norte-americana.

Imediatamente a esquadrilha foi acionada para realizar a interceptação. Dos 4 aviões da esquadrilha, foram apenas 3, pois um deles já estava com o combustível "na reserva". Inicia-se a perseguição ao OVNI e, logo em seguida, um segundo avião se vê obrigado a abandonar a perseguição por seu painel apresentar problemas eletrônicos. Mal ele teve tempo de sair da formação para que o terceiro avião, por sua vez, também tivesse que abandonar a interceptação aérea por falta de oxigênio. Poucos minutos após o início da perseguição, o capitão Mantell ficou sozinho. Vale ressaltar que o avião do capitão Thomas Mantell deveria estar, como os outros, com o combustível e oxigênio acabando.

O fato é que Mantell continuou obstinadamente a caçar o OVNI mesmo sabendo de suas limitações em termos de combustível e oxigênio. Por volta das 14:45 horas, ele se comunica com a base informando que já conseguia avistar o intruso a olho nu. Foram vários comunicados descrevendo um objeto metálico, com a forma de um cone e de proporções gigantescas. Finalmente, por volta das 15:15 horas, se ouve pela última vez a voz de Mantell no rádio:

"O objeto está adiante e acima de minha posição, movimentando-se à mesma velocidade de meu avião ou um pouco mais. Se eu não conseguir me aproximar mais vou desistir".

Enquanto tentativas desesperadas de comunicação aconteciam, o avião de Mantell fazia círculos no ar para, logo em seguida, iniciar o megulho fatal ao chão. Maior que o impacto do avião do capitão Thomas Mantell foi o causado com a notícia de sua morte para todo o contingente das Forças Armadas dos Estados Unidos. Como isso poderia ter acontecido se os Estados Unidos era a maior força militar planeta? A explicação inical da USAF foi que Mantell perseguiu o planeta Vênus, até que ficou sem oxigênio e desmaiou. Sequer ele teria morrido com o impacto da queda, pois, provavelmente, o capitão Mantell teria morrido de anoxia (falta de oxigênio), já que estava a cerca de 20.000 pés. Obviamente, parece um absurdo que um piloto experiênte, condecorado, tivesse confundido o planeta Vênus com uma nave desconhecida – sem mencionar o absurdo que é supor que o planeta Vênus seja detectado pelo radar.

Para tentar acabar com os boatos relacionando este caso com UFOs, a USAF acionou o projeto Blue Book para assumir as investigações. O capitão Edward Ruppelt, responsável pelo Blue Book, concluiu que Thomas Mantell havia perseguido um balão sonda meteorológico lançado pelo projeto "Skyhook". A armada norte-americana criou um balão gigantesco capaz de ascender até 70.000 pés (cerca de 21.000 metros) de altitude, para recolher informação sobre a alta atmosfera. O gigantesco balão tinha forma de pêra próximo à Terra, mas se convertia numa esfera, de trinta metros de diâmetro, quando estava a grande altura.

Muitos ufólogos não concordaram com a explicação oficial e outros, como Jacques Vallée, aceitaram e deram o caso como encerrado. Já a imprensa fez sua glória com todo tipo de sensacionalismo possível. Um jornal de grande circulação em kentucky chegou a soltar manchetes de uma guerra planetária:

"O avião de Mantell foi desintegrado pelo raio da morte dos marcianos".
Até hoje o caso gera polêmica e é alvo de muitos questionamentos.

sexta-feira, outubro 21, 2005

Cuidado: sua impressora espiona você

Um grupo de defesa da privacidade descobriu o que significam os minúsculos pontos deixados por algumas impressoras coloridas: um código que permite saber a data e a máquina na qual o documento foi impresso.

Há algum tempo, a Fundação Fronteiras Eletrônicas (EFF, na sigla em inglês), um grupo de defesa dos direitos civis com sede em São Franscisco (Califórnia), suspeitava dos pequenos pontos que algumas impressoras laser coloridas escondiam em cada documento.

Após cerca de três anos de pesquisas com a ajuda de centenas de voluntários de todo o mundo, que enviaram documentos impressos em diferentes máquinas aos escritórios da EFF, o grupo finalmente revelou o mistério. Os Serviços Secretos dos EUA admitiram a existência de um acordo com vários fabricantes de impressoras para identificar produtos falsificados, mas até agora não se conhecia a natureza da informação contida em cada documento.
Trata-se, no entanto, de uma explicação que não satisfaz à Fundação.

"É estranho que alguém o trate como um criminoso sem que você sequer o saiba", afirmou à EFE Rebecca Jeschke, porta-voz do grupo.

Segundo David Schoen, técnico da EFF, os pontos de pelo menos uma linha das impressoras codificam o dia e a hora em que o documento foi impresso, assim como o código de série da impressora.

Cannon e Xerox estão na lista de fabricantes que utilizam os códigos (a EFF dispõe de uma lista completa na home-page http://www.eff.org/Privacy/printers/list.php). As pequenas marcas são pontos amarelos com menos de um milímetro de diâmetro, repetidos em cada página do documento e tão pequenos que não podem ser vistos a olho nu. Para observá-los, é necessária uma luz azul e uma lupa ou um microscópio (a EFF também disponibiliza em sua página instruções para os curiosos que desejem ver as marcas).

A fundação começou o projeto com a linha de impressoras Xerox DocuColor, uma máquina mais facilmente encontrada em escritórios e centros de fotocópias do que em residências. Uma equipe liderada por Schoen comparou diferentes documentos impressos na mesma máquina e, após observar as semelhanças e diferenças, encontrou a maneira de decodificar os sinais.

"Até agora, só deciframos o código das impressoras DocuColor - diz Schoen -, mas achamos que outros modelos de outras fabricantes incluem a mesma informação nos pontos".


A organização pôs a disposição do público em sua página um programa automático para que qualquer um possa decodificar os pontos deixados por sua impressora. A Xerox admitiu previamente que estava atuando em conjunto com o Governo neste sistema de rastreamento, mas assegurou que somente os Serviços Secretos poderiam decifrar a informação. Por sua vez, o Serviço Secreto afirma que só usa esta informação para investigações relacionadas a falsificações.

Mas, segundo adverte a EFF, não há uma legislação específica que impeça o abuso desta informação por parte do Governo.

"Os movimentos democráticos clandestinos que publicam panfletos políticos e religiosos sempre necessitarão do anonimato de uma simples página", disse Lee Tien, um dos advogados do grupo.

"Esta tecnologia torna mais fácil o trabalho dos Governos na hora de encontrar os dissidentes"
, afirmou Tien.


O advogado da EFF ressalta que a descoberta tem graves implicações, já que estes códigos dão ao Governo e à indústria privada

"possibilidades de enfraquecer nossa privacidade com um equipamento que é utilizado cotidianamente, como as impressoras".

Tien acha que os técnicos da EFF têm muito trabalho pela frente:

"A próxima grande dúvida é: que outras armadilhas estão sendo preparadas para garantir que nossa tecnologia nos traia?".