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sexta-feira, julho 02, 2021

PARANORMALIDADE NA LUA

 

Em 1971 Edgar Mitchell realizou pesquisas pessoais na Lua, sem o conhecimento da NASA. Ele enviou telepaticamente símbolos para um médium na Terra.  
 
 
 

terça-feira, março 30, 2021

NOVOS PLANETAS DESCOBERTOS

 Na constelação de Virgem e Ursa Maior foram encontrados planetas orbitando. Um dos novos mundos é 8 vezes maior que Jupter! Exibido no programa SIGHTINGS do dia 10 de maio de 1997.

sábado, março 20, 2021

A PEDRA DE MARTE

 Em 1984, foi descoberto, na Antártida, um meteorito que recebeu o nome Allan Hills 84001 (ou ALH 84001), e os cientistas descobriram que ele muito provavelmente veio de Marte após o impacto de um asteroide sobre a superfície marciana. 

 Em 1996, um novo estudo encontrou, nessa rocha, algumas moléculas orgânicas de 4 bilhões de anos, incluindo nitrogênio. 

 O meteorito provavelmente se soltou do Planeta Vermelho após um impacto que ocorreu na época em que Marte era úmido e potencialmente habitável, muito tempo atrás - há cerca de 16 milhões de anos, calculam os cientistas. 

https://pt.wikipedia.org/wiki/ALH_84001

terça-feira, março 16, 2021

A DESCOBERTA DA ESTRELA SOL 51 PEGASI

 Em 1995 o primeiro planeta fora do sistema solar ao redor de uma estrela da sequência principal foi descoberto em sua órbita. 51 Pegasi, também chamada de Helvetios, é uma estrela do tipo do Sol na constelação de Pégaso 47,9 anos-luz da Terra.

segunda-feira, janeiro 05, 2009

A Nasa edita fotos antes de divulgar?

A agência aeroespacial Norte Americana altera as fotografias do chamado Planeta Vermelho?

Sem poder dizer o porque, vou me limitar apenas a apresentar as evidências que norteiam esta desconfiança de muita gente - alguns inclusive envolvidos em pesquisas espaciais.


Aqui está uma foto em que vemos parte de um equipamento da sonda SPIRIT. Como podemos observar, a sonda spirit possui uma coisa parecida com um joystic acoplado nela onde podemos ver claramente algumas cores. A principal delas é o azul. Porém, quando vemos as fotos obtidas em Marte com a sonda Spirit e divulgadas pela NASA, cadê o tom azul?

Confira na imagem original, direto no site da NASA.

Foi a partir desta fotografia que as suspeitas de que a NASA estava alterando as fotografias de Marte para aparecer mais inóspito do que na verdade seria, surgiram.

As hipóteses sugerem que por alguma razão desconhecida, a NASA altera as imagens mudando os tons de azul para vermelho. Observe o céu. Ele é vermelho. Se atribuirmos uma taxa de correção de cor em que o azul vira vermelho, em tese seria possível fazer a operação inversa e mostrar como seria -de fato - uma foto tirada em Marte sem a tal adulteração. A adulteração seria -não sei se a única, mas talvez uma boa justificativa para que o quadrante verde no “joystic” se transforme em laranja. Isso porque o verde é uma combinação de azul e amarelo. Se mudar o componente cromático azul na imagem em vermelho, mais o tom amarelo teremos um tom laranja, o que supostamente aconteceu nesta imagem. Se isto for real, então todos os elementos verdes na imagem foram convertidos em laranja, e tudo que é azul foi mudado para vermelho.

A coisa começou a ficar mais e mais escabrosa quando algumas fotos apareceram em eventos patrocinados pela própria NASA e que mostravam imagens de Marte em tons levemente diferentes dos que estamos habituados a ver. (alguém teria dado mole e pegou imagens que não haviam ainda passado pela edição?) Observe o fundo desta apresentação da NASA feita pela Associated Press:


Estranho aquele céu azul ali, não?
Curiosamente, uma foto similar foi posteriormente disponibilizada pela NASA. Note a diferença:


Não é a mesma imagem, isso é óbvio, mas veja aquela montanha no horizonte. Dá pra ver que a sonda estava seguindo uma trajetória na mesma direção quando obteve as imagens e portanto, elas fazem parte de um mesmo pacote de imagens, tiradas com pouco tempo de diferença. Devido às condições de sombra nas pedras, podemos ver que não passou mais do que alguns minutos entre a imagem projetada no telão do evento e a imagem divulgada pela Agência Aeroespacial Norte Americana. Se isso estiver certo, este argumento demolirá todas as alegações de que a diferença cromática entre ambas é produto de um pôr-do-sol.

Estamos frente a frente a uma grande coincidência? Teria a imagem mostrada no telão sido descaracterizada por um projetor descalibrado?

Outro fator bem curioso quando falamos sobre a NASA e seus editores de imagem diz respeito ao grau de desfoque que aparece nas imagens deles. Um especialista em imagens e entusiasta de astronomia Keith Laney usou uma série de dados RAW fornecidos pela sonda para reproduzir em seu próprio estúdio as imagens enviadas pela sonda. Curiosamente, as imagens obtidas por Laney são incrívelmente mais detalhadas do que as divulgadas pela NASA.

Veja a imagem da NASA


Veja a imagem de Laney


Como explicar que um cara, civil, não ligado à organização consiga obter imagens de melhor qualidade que as do site oficial da NASA?

As hipóteses parecem apontar para uma tentativa de supressão de informações. Mas se isso for verdade, do que é que a NASA tem medo? Por que investir milhões de dólares em robôs e equipamentos ópticos sofisticados para alterar as cores e deixar as imagens menos nítidas?


Fonte
http://deldebbio.wordpress.com/2008/12/22/

quarta-feira, julho 30, 2008

Astronauta Edgar Mitchell confirma OVNIs

Ele não foi o primeiro astronauta a falar abertamente sobre o assunto.

Em entrevista concedida esse mês ao radialista Nick Margerrison, o ex-astronauta da NASA Edgar Mitchell - 77 anos, participante do vôo da Apolo 14 à Lua - confirma a expectativa de toda a comunidade ufológica de que toda (ou pelo menos parte) da verdade sobre o fenômeno UFO está para ser admitida pelo governo americano e, por consegüinte, uma provável abertura dos arquivos secretos. Na entrevista ele diz que a divulgação será ainda este ano ou no ano que vem.

Mitchell afirmou "vi algumas fotos e a aparência dos extraterrestres é similar a imagem tradicional que está difundida sobre eles, que são de tamanho pequeno e grandes olhos e cabeça, estranhos para os seres humanos", e que "contam com avançada ciência e tecnologia, incomparáveis às ciências humanas". Adiantou que "se eles fossem hostis à raça humana, já teríamos desaparecido".

"Fui muito privilegiado em ter estado num grupo restrito que sabe que temos tido visitas em nosso planeta e que o fenômeno OVNI é real. Existem extraterrestre e muitos OVNIs têm visitado a Terra e realizado contatos de terceiro grau com funcionários da NASA. Estive nos círculos militares e de inteligência, que sabem mais do que o público; sim, temos sido visitados. E, lendo os arquivos recentes, vi que isso ocorreu várias vezes. É real o Caso Roswell."

"Digo que me atrevo a revelar a verdade sobre as visitas dos extraterrestres à Terra e que não temo pela minha própria segurança. Outros astronautas também o sabem, há anos. Armstrong também viu OVNIs". Segundo dizem, ao aterrissar na Lua com o módulo lunar Eagle, ele viu três OVNIs de 15 a 30 metros de diâmetro. Convém notar que Amstrong deu uma declaração bem críptica na cerimônia dos 25 anos da missão Apollo 11, onde disse aos estudantes: "Vocês estão entre os melhores da América. Pra vocês digo que só completamos o começo. Deixamos a vocês muitas coisas por fazer. Há grandes idéias não-descobertas... Avanços disponíveis para aqueles que removerem uma das camadas que protegem a Verdade".

Sem demora, autoridades da NASA se apressaram em desmentir que a agência tenha qualquer envolvimento com OVNIs e negou estar envolta em algum tipo ocultamento de informações sobre a vida extraterrestre neste planeta ou em qualquer outro lugar do universo. Segundo eles, "Edgar Michel é um grande estadunidense, mas a NASA não compartilha de suas opiniões sobre o assunto".

Mitchell não foi o primeiro astronauta a falar abertamente sobre o assunto. Edwin "Buzz" Aldrin Jr viu e filmou, junto com os colegas, um UFO que parecia acompanhar a nave. Veja a entrevista (com a filmagem) aqui:



Gordon Copper também já falou sobre OVNIs e o caso Roswell, e neste vídeo ele fala sobre um UFO que filmou POUSANDO aqui na Terra (mostrando trens de pouso e tudo) e cujo conteúdo foi confiscado pela aeronáutica:



Fonte
http://www.saindodamatrix.com.br/

segunda-feira, junho 30, 2008

Vida em Marte

Nasa confirma que o solo de Marte teria condições de abrigar vida

A Agência Espacial Americana (Nasa) revelou que o solo de Marte teria todas as condições de abrigar vida. Os dados foram recolhidos pela sonda Phoenix. De acordo com os cientistas, o material encontrado é muito parecido com o solo de qualquer quintal na Terra.

Fonte
http://jornalnacional.globo.com/Telejornais/JN/

quinta-feira, maio 15, 2008

O homem descobrirá novas formas de vida

Astronautas do Endeavour estão convencidos de que há vida extraterrestre
12/05/2008 - 11h16

TÓQUIO (AFP) - O homem descobrirá novas formas de vida no universo se mantiver a exploração do espaço, disseram nesta segunda-feira os astronautas da missão espacial Endeavour em uma coletiva de imprensa em Tóquio.

"Se nos aventurarmos longe o suficiente, estou seguro de que descobriremos algo lá em cima", disse Mike Foreman, um dos sete membros da tripulação da nave que retornou à Terra em março.

"É difícil acreditar que não haja vida em alguma parte deste imenso universo, mesmo se não for tão evoluída como a nossa", acrescentou.

Os astronautas, que passaram 16 dias a bordo do Endeavour, reconheceram no entanto que nunca viram nada de inexplicável.

"Creio que encontraremos algo que não poderemos explicar", declarou Gregory Johnson, acrescentando que "provavelmente, há algo lá em cima", embora pessoalmente "nunca tenha visto".

Dominic Gorie, comandante da missão que já realizou quatro vôos espaciais, lembrou que os exploradores não sabiam de antemão se descobririam algo quando viajassem pelos oceanos.

"Quando viajamos através do espaço também não sabemos o que encontraremos. Essa é a beleza das missões. Espero que um dia possamos descobrir algo que não entendemos", assegurou.

No entanto, uma descoberta deste tipo de vida extraterrestre poderá estar distante, comentou Richard Linnehan, um astronauta que está convencido de que existe vida fora da Terra.


"Infelizmente só damos passos de bebê
na descoberta do espaço"
, lamentou.


Takao Doi, o astronauta japonês que também viajou no Endeavour, declarou que compartilha as opiniões de seus companheiros e acrescentou que "deve existir uma vida como a nossa" em alguma parte do universo.

Fonte
http://br.noticias.yahoo.com/s/afp/080512/saude/jap__o_eua_espa__o

quinta-feira, abril 17, 2008

Nasa contesta cálculo de impacto feito por garoto

O Laboratório de Propulsão a Jato, JPL, da Nasa, ligado ao Instituto de Tecnologia da Califórnia, Caltech, emitiu na tarde de ontem uma nota informando que a probabilidade de impacto do asteróide Apophis permanece com os mesmos valores calculados anteriormente e de acordo com os cientistas do JPL, a chance da rocha atingir a Terra no ano de 2036 é de apenas 1 em 45 mil.

A nota é uma resposta da agência espacial americana, logo depois que um menino de 13 anos informou ter refeitos os cálculos de impacto de Apophis feitos pela Nasa. Segundo os cálculos do garoto, as chances de impacto não são de 1 em 45 mil e sim de 1 em 450, 100 vezes maior do que as estimativas.

O garoto, um estudante alemão de 13 anos de idade, refez os cálculos dos cientistas como parte de um projeto de feira de ciências de sua escola e em seguida publicou as informações em seu blog. Não se sabe ao certo como uma nota em um blog inexpressivo e sem referência científica teve tanta repercussão, mas estima-se que em apenas 1 dia o pequeno site recebeu nada menos que 3 milhões visitas.

Para chegar ao número divulgado, os cálculos do estudante, de nome Nico Marquardt, levaram em conta que o asteróide iria se chocar, em 2029, com um dos inúmeros satélites geoestacionários que orbitam a Terra, em uma região conhecida como Cinturão de Clarke, a cerca de 36 mil quilômetros de altitude. O choque, segundo Marquardt, faria Apophis alterar sua órbita, fazendo atingir a Terra sete anos depois. Ainda segundo o estudante, a força do impacto seria equivalente a 30 mil bombas atômicas.

No entanto, a agência espacial norte-americana informou que o asteróide não passará próximo ao cinturão de satélites no ano de 2029 e que a chance de colisão com algum satélite é extremamente improvável.



Apophis faz parte de uma categoria de asteróides conhecidos como Aten, com o eixo semi-maior (maior afastamento de um objeto dentro da órbita) menor que 1 Unidade Astronômica, ou 149 milhões de quilômetros. Apophis executa uma revolução ao redor do Sol em 323 dias e dessa forma cruza a órbita terrestre duas vezes por ano.

Aphopis, que em grego significa "destruidor", é hoje o corpo celeste mais vigiado no espaço pela comunidade científica e de acordo com os últimos cálculos sua máxima aproximação da Terra ocorrerá em 13 de abril de 2036, com chance de colisão extremamente baixa de 1 em 45 mil.

Baseado em estudos sobre o brilho do asteróide, os especialistas calcularam que Apophis, oficialmente chamado 99942 Apophis, mede entre 320 e 420 metros, e caso se choque com a Terra, sua massa, velocidade, composição e ângulo de entrada na atmosfera seriam suficientes para provocar uma explosão equivalente a 1480 megatons de TNT, o que representa 114 mil vezes a energia liberada pela bomba atômica lançada em 1945 sobre Hiroshima e sete vezes mais intensa que explosão do vulcão Krakatoa, na Indonésia, em 1883. Essa energia seria capaz de desintegrar completamente uma extensão de terra do tamanho da ilha da Sicília e causar efeitos colaterais na geografia, no clima e no meio ambiente de mais de 30% do planeta.

Fonte
http://apolo11.com/cometa_73p.php?posic=dat_20080417-092618.inc
http://www.estadao.com.br/vidae/not_vid157901,0.htm


Nessas horas me lembro da música "O Segundo Sol " composta por Nando Reis:

      Quando o segundo sol chegar
      Para realinhar
      As órbitas dos planetas
      Derrubando com
      O assombro exemplar
      O que os astrônomos diriam
      Se tratar de um outro cometa...(2x)

      Não digo que não me surpreendi
      Antes que eu visse, você disse
      E eu não pude acreditar
      Mas você pode ter certeza
      De que seu telefone irá tocar
      Em sua nova casa
      Que abriga agora a trilha
      Incluída nessa minha conversão...

      Eu só queria te contar
      Que eu fui lá fora
      E vi dois sóis num dia
      E a vida que ardia
      Sem explicação...

      Explicação, não tem
      Não tem Explicação..(2x)
      Explicação, não tem
      Explicação!
      Não tem, não tem...

quarta-feira, julho 25, 2007

Foto da Galáxia M104 ngc 4594

A popular Galáxia Sombrero.


Segundo os astrônomos esta foto tirada pelo Telescópio Hubbell, revela ter uma massa de cerca de 800 bilhões de estrelas e sóis. Para se viajar de lado a lado precisamos de 50 a 140 milhões de anos luz.

Está localizada na Consteleção de Virgo a uma distância de 28 milhões de anos luz da Terra. Foi descoberta por Pierre Mewchain em 1781, portanto há 136 anos.

segunda-feira, abril 30, 2007

Uma nova Terra

A descoberta de um planeta semelhante ao nosso representa um salto espetacular da ciência na busca pela vida extraterrestre

Há milhares de anos o homem olha para o céu na tentativa de entender melhor a si próprio e ao planeta que o abriga. Questões cruciais da cosmologia já foram respondidas, desde as que dizem respeito ao Sol e seus planetas até as que lidam com os grandes movimentos do universo. Uma pergunta, justamente a que mais atiça a curiosidade humana, permanece sem resposta: estamos sós no universo? E, se houver outras formas de vida em outros planetas, elas serão inteligentes? Em sendo inteligentes, serão capazes de se comunicar com outros mundos através de sinais eletromagnéticos? A descoberta de um planeta semelhante à Terra fora do sistema solar, o GL 581c, revelada na semana passada, é o maior passo já dado até hoje pela humanidade na busca de vida extraterrestre. Os chamados planetas extra-solares, aqueles encontrados fora da nossa vizinhança cósmica, o sistema solar, eram todos insatisfatórios, com ambientes inadequados para o surgimento e a reprodução da vida como a conhecemos. A maioria deles são imensas esferas de gases venenosos submetidas a forças gravitacionais colossais. Nada muito animador para quem procura um berço propício à vida. A descoberta da semana passada muda tudo. Na última década, mais de 200 planetas foram identificados fora do sistema solar – o GL 581c é o primeiro que pode ser considerado um irmão da Terra.

O novo planeta fica na constelação de Libra e reúne muitas das condições ideais que na Terra permitiram o nascimento de seres vivos e sua espetacular especiação, a criação de espécies diferentes, entre elas essa que procura planetas no universo. O grupo de cientistas europeus responsável pela descoberta sustenta que, pelo tamanho e pela massa do planeta, é grande a possibilidade de que ele abrigue água em estado líquido. As temperaturas em sua superfície devem variar entre 0 e 40 graus – nada muito drástico quando se sabe que na Terra elas variam de 88 graus negativos no inverno dos pólos a até 58 graus positivos nos desertos equatoriais. Em tamanho, o GL 581c é uma espécie de "Superterra", com uma cintura 50% maior que a do terceiro planeta do sistema solar, a frágil bola azul que habitamos. A Superterra da constelação de Libra é aquecida por uma fornalha estelar já bastante velha em termos cósmicos, uma estrela do tipo anã vermelha batizada de Gliese 581. O que Gliese tem de velha tem também de confiável e previsível. Ela emite a mesma quantidade de calor e luz há bilhões de anos e deve manter-se imutável pelo menos nos próximos 5 bilhões de anos. Em comparação com outros quadrantes convulsionados do universo onde também já foram encontrados planetas, pode-se dizer que o espaço onde está o GL 581c é uma aprazível vizinhança. Embora seja muito mais maciço, o novo planeta tem força de gravidade compatível com a estrutura óssea e muscular do ser humano. Se algum dia uma mulher ou um homem caminhar na superfície do GL 581c, ela ou ele vai se locomover com um pouco mais de dificuldade, como se carregasse uma mochila cheia de pedras, por exemplo.

O fato de o recém-descoberto planeta ser parecido com a Terra abre a possibilidade de ele um dia ser uma alternativa de abrigo para a espécie humana? Por enquanto, essa é uma possibilidade teórica. O GL 581c está situado a 20,5 anos-luz da Terra. Para se ter uma idéia mais precisa do que isso significa, é útil comparar com o nosso Sol. A luz solar leva apenas oito minutos para chegar à Terra. Para atingir o novo planeta e usá-lo como tábua de salvação, uma nave terrestre viajando na velocidade da luz levaria duas décadas até o destino. As naves terrestres conseguem atingir hoje apenas ínfimas frações da velocidade da luz. O veículo espacial mais rápido já construído, a New Horizons, da Nasa, que atualmente se dirige a Plutão, levaria 400.000 anos para alcançar o GL 581c. "O grande desafio do homem na conquista do espaço, hoje, é conseguir desenvolver equipamentos mais velozes", diz o astrofísico carioca Eduardo Janot Pacheco, representante brasileiro na missão do satélite de pesquisas francês Corot, lançado há quatro meses.

Colisão das galáxias Antennae, registrada pelo Hubble:
o choque deve gerar bilhões de novas estrelas e,
provavelmente, muitos planetas parecidos com a Terra


Os desbravadores sempre enfrentaram dificuldades técnicas, e nem por isso o homem deixou de conquistar o Novo Mundo, a Lua, e de mandar artefatos para todos os cantos do sistema solar. "Uma das razões pelas quais somos tão bem-sucedidos como espécie é essa inquietação para descobrir o que há além do que estamos habituados a ver", disse a VEJA o astrônomo Andy Cheng, do Laboratório de Física Aplicada da Universidade Johns Hopkins, e um dos pesquisadores envolvidos no Projeto New Horizons. O certo é que já estão em estudo tecnologias capazes de impulsionar naves a velocidades próximas à da luz. São motores experimentais desenhados dentro de especificações que seguem as mais sólidas teorias científicas. Mesmo que não se descubra nenhuma outra forma de energia impulsora no futuro próximo, esses motores, sejam eles nucleares, sejam quânticos, serão fortes o bastante para levar a bandeira da humanidade a pontos nunca visitados da galáxia.

A energia confiável e estável fornecida por Gliese e a própria estrutura do novo planeta – em especial a possibilidade de ele abrigar reservatórios de água líquida – são compatíveis com as condições onde a vida surgiu e se propagou na Terra. Existiria vida no GL 581c? Nenhum astrofísico arrisca-se a responder a essa pergunta com segurança. O maior avanço trazido pela descoberta do novo planeta, no entanto, independe dessa resposta. Seu valor é estatístico. Pouco tempo atrás nenhum cientista sério acreditava que pudessem existir outros sistemas solares estáveis o suficiente para ter planetas sólidos a sua volta. Para confirmar essa teoria, registre-se que até meados dos anos 80 nenhum telescópio ou outro instrumento ou método de detecção conseguira confirmar sinais da existência de planetas fora do sistema solar. Com o refinamento das técnicas de detecção baseadas em medições de ligeiras variações das órbitas das estrelas, os sinais dos planetas foram surgindo. A conta já chega a 210 planetas. A família cresce a cada ano.

Uma pesquisa feita nos Estados Unidos mostra que três em cada dez cientistas acreditam que possa existir vida em outros planetas. No topo do panteão dos otimistas e incentivadores da busca por ETs figura Carl Sagan (1934-1996). Dizia ele: "A química que criou a vida na Terra é reproduzida facilmente por todo o cosmo. Parece improvável que sejamos os únicos seres inteligentes. É possível, mas improvável". Eis uma questão desafiadora. Embora se aceite que a vida na Terra tenha surgido espontaneamente da interação durante bilhões de anos de moléculas cada vez mais complexas, nenhum laboratório do mundo conseguiu até hoje criar vida reproduzindo as condições dessa "sopa primordial". Mas, fora da hipótese teológica, no campo limitado ao método científico, a "sopa primordial" é a melhor aposta racional para explicar o surgimento da vida. Pelo mesmo raciocínio, e dando-se crédito a Carl Sagan, não ofende a razão a hipótese de que o mesmo processo químico tenha resultado na criação de formas primitivas de vida em outros planetas.

Infelizmente, para a aventura intelectual humana e para a frustração do desejo inato de encontrar seres inteligentes em outros planetas, essa busca ainda não saiu do ponto zero. A complexidade de produzir vida inteligente é incomensuravelmente maior do que a de gerar bactérias e outras formas primitivas de vida. Quem melhor descreveu essa complexidade foi um dos maiores neodarwinistas de todos os tempos, o americano nascido na Alemanha Ernst Mayr, morto aos 100 anos, em 2005. Mayr mostrou que o crescimento em tamanho e complexidade do cérebro humano é um evento tão insólito – e misterioso – que dificilmente pode ser explicado pela evolução apenas. "O desenvolvimento do cérebro humano é uma mutação que não necessariamente trouxe vantagens evolutivas à espécie. Foi uma aposta que deu certo até agora, mas nada indica que continuará dando", dizia Mayr. O célebre cientista gostava de lembrar que o cérebro humano é muito frágil, protegido por um crânio não muito espesso, além de consumir um quinto de toda a energia disponível no organismo, proporção que nenhum outro ser vivo se deu ao luxo de gastar com apenas um órgão. Para enfatizar ainda mais a complexidade da trajetória evolutiva rumo à civilização, Mayr lembrava que de todos os 50 bilhões de espécies que existem ou já existiram no planeta apenas uma, a humana, desenvolveu um cérebro capaz de aprender. Conclui Ernst Mayr: "Quando se coloca na equação a variável de que os homens só desenvolvem cultura quando vivem em sociedades humanas e, antes, são cuidados por mães e pais até o fim da puberdade, a complexidade dos processos de produção de uma civilização tecnológica atinge um grau tal que talvez não possa ser repetido em nenhum outro lugar". Mais uma razão para olharmos para o cosmo com espanto e para a nossa única Terra com mais humildade e carinho.

Fonte: Revista Veja
Com reportagem de Rosana Zakabi, Leoleli Camargo e Daniel Salles
http://veja.abril.com.br/020507/p_080.shtml

quinta-feira, janeiro 11, 2007

A NASA matou acidentalmente vida em Marte?

Existem provas que a 30 anos a NASA, ao visitar Marte, pode ter encontrado micróbios no planeta vermelho e matados inadvertidamente. As viagens ao espaço da Viking de 1976-77 procuravam o tipo errado de vida, e acabaram não a reconhecendo, diz um professor de geologia da universidade do estado de Washington.

Dirk Schulze-Makuch apresentou sua teoria num documento em uma reunião da sociedade astronômica americana em Seattle, Washington. O documento foi liberado domingo.

No último mês cientistas relataram que as novas fotografias de Marte mostram que as mudanças geologicas que sugerem água em sua forma líquida é o sinal da existencia de vida naquele planeta. Esses organismos vivem em temperaturas muito baixas, -68 graus Fahrenheit e as experiências realizadas pela tripulação da Viking, na década de 70, mataram afogando e superaquecendo os micróbios, disse Schulze-Makuch.

Uma das experiências da Viking em Marte foi derramar água no solo. Isso afogaria essencialmente vida baseada hidrogênio, disse. E a experiência oposta foi aquecer o solo para ver se algo acontecia, ou seja, para ver se cozeria micróbios Marcianos.

"O problema era que não tiveram nenhum indício sobre o ambiente em Marte naquele tempo" disse Schulze-Makuch.

Recentemente os cientistas encontraram vida no planeta Terra nas mesmas condições apresentadas em Marte. Um rio da Espanha e nas calotas de gelo dos lagos da Antarctica. A pesquisa de Schulze-Makuch coincide com o trabalho que está sendo terminado por um comitê nacional do conselho de pesquisa apelidado de "o comitê da vida estranha". O grupo preocupa-se com a metodologia que os cientistas utilizam para procurar vida extraterrestre. O problema para os cientistas é que "você encontra somente o que você está procurando" disse o Freeman

Uma missão a Marte está agendada para este ano, e um dos cientistas envolvidos está ansioso para testar a nova teoria sobre a vida em Marte.

Fonte
http://www.cnn.com/2007/TECH/01/07/mars.life.ap/index.html

quinta-feira, setembro 21, 2006

Rosto de Marte, a Imagem do Dia no UOL

Imagem divulgada pela sonda Mars Express mostra a famosa "cara de Marte", na região da Cidônia no planeta vermelho; a foto foi tirada no último dia 22 de julho

Fonte
http://noticias.uol.com.br/ultnot/album/060921_album.jhtm?abrefoto=10

terça-feira, julho 25, 2006

Nasa decide não entender nem proteger a Terra

A Nasa alterou sua "missão" e nela não consta mais que a agência espacial precisa "entender e proteger nosso planeta casa".

A frase foi capada da declaração oficial da estatal espacial americana. O corte aconteceu em fevereiro, conforme denúncia do jornal The New York Times na sua edição de sábado.

A missão da agência agora ficou assim: "ser a pioneira na exploração do espaço, na descoberta científica e na pesquisa aeroespacial".

O porta-voz David E. Steitz declarou que a mudança foi feita para enquadrar os objetivos da Nasa com a meta do presidente George W. Bush de prosseguir com os vôos espaciais que pretendem levar o homem à Lua e Marte.

A mudança pegou de surpresa cientistas da Nasa que disseram ao jornal que a frase "entender e proteger nosso planeta casa" não era mera retórica.

Com essa mudança, reclamam, haverá menos incentivos para prosseguir com projetos para entender problemas que afetam a Terra como, por exemplo, o da mudança climática causada pelo efeito estufa.

Fonte
http://minhanoticia.ig.com.br/materias/380001-380500/380319/380319_1.html

sexta-feira, maio 12, 2006

Hacker invade NASA e encontra arquivos secretos

Gary McKinnonUm hacker britânico, Gary Mckinnon, violou os computadores da NASA e afirma ter encontrado provas sobre os UFOS e existência alienígena. A notícia foi publicada no jornal Stampa de Torino em 8 maio de 2006

"Possuem a chave da energia inexorável e muitas fotos de astronaves", declarou Mckinnon, que pode pegar 60 anos de prisão. Acusado pelos EUA de ter causado danos de 700 mil dólares, e de ter passado dois anos procurando provas da existência UFO e tecnologia alienígena. E de ter encontrado as tais provas, alegou o jornal.

"Nos arquivos existem muitas fotografias de astronaves alienígenas. Outras foram excluídas para esconder a verdade", contou Mckinnon que hoje, na véspera de sua audiência, volta a falar com o programa "CLICK" da BBC para explicar como fez e o que encontrou nos computadores da NASA.

Fonte
http://painelovni.zip.net

domingo, janeiro 22, 2006

1969 - O homem pisou na Lua?

Bandeira tremulando na Lua, onde não existe vento
Quando vemos alguém dizendo que não acredita que o homem tenha viajado à Lua, nossa primeira reação é a de rejeição, de menosprezo a alguém tão imbecil que não acredita em nada que foi filmado, nas inúmeras fotos comprovando tal acontecimento histórico que, de certa forma, mudou os rumos da humanidade.

Declaro, desde já, que o conteúdo deste site ("A Fraude do Século") pode não corresponder à realidade e expressa apenas idéias a respeito do assunto, idéias estas publicadas aqui de forma resumida, preservando e colocando em uso o direito de liberdade de expressão.


Por quê ocorreu a fraude?

Os Estados Unidos tramaram esta fraude porque a União Soviética tinha acabado de enviar Yuri Gagarin à órbita terrestre. A foto da Terra vista do espaço e a frase "A Terra é Azul" condecorou a União Soviética como a nação mais avançada tecnologicamente do planeta.

Os Estados Unidos, no auge da Guerra Fria, vendo que estavam ficando para trás, resolveram dar um golpe para atrair toda a atenção do mundo para eles. Principalmente porque, um ano antes, Stanley Kubrick lançou o filme 2001 – Uma Odisséia no Espaço, com efeitos especiais nunca vistos antes na história do cinema, que renderam um Oscar ao brilhante Kubrick! E esses efeitos especiais poderiam muito bem serem utilizados pelos Estados Unidos para forjar uma viagem do homem à Lua.

Existe uma suposta foto de Stanley Kubrick, na NASA, meio escondido, agachado atrás de um astronauta, antes da "viagem do homem à Lua". Dizem que esta foto foi colhida na própria NASA, mas esta informação, até o momento, não consegui confirmar nem desmentir. Veja os detalhes:

Existência de um "fundo preto" em frente ao astronauta,
que poderia ter sido usado como os famosos "fundos azuis"
atuais. Suposto Stanley Kubrick, na NASA, agachado,
atrás de um astronauta. À direita, fotos de Kubrick para comparação.


E então? Parece ou não parece o Kubrick? O que toda essa mentira traria de resultados positivos aos Estados Unidos? Veja bem: após a concretização da farsa, todos os grandes investidores internacionais iriam querer investir o seu dinheiro no país mais evoluído tecnologicamente. E foi exatamente isso que aconteceu.

Após a mentira que perdura até hoje para a maioria da população mundial, os Estados Unidos viraram a mega potência que são nos dias atuais. Viraram os donos do mundo, se dando ao luxo de poderem atacar países do outro lado do planeta "por precaução", para se prevenirem de um ataque com armas que só existem nos relatórios forjados pelos Estados Unidos (George W. Bush) e Inglaterra (Tony Blair). Mas, isso já é outra história.

Segundo a NASA, as câmeras utilizadas para tirar as fotografias foram de modelo HASSELBLAD 500EL munidas de filme Kodak especial e de um revestimento de prata que foi colocado nas câmeras para deixá-las mais resistentes às variações térmicas, mas creio eu que não o suficiente para suportar as extremas variações de temperatura da Lua. A temperatura na Lua varia tanto, que seria impossível trazer de lá uma única fotografia para ser exibida na Terra. Só para se ter idéia, a temperatura na Lua varia de -153ºC à noite a +107ºC durante o dia, conforme dados obtidos na NASA.

Será que a IBM, que patrocinou o filme de Stanley Kubrick, também patrocinou a suposta ida do homem à Lua? Por falar nisso, você sabia que o computador HAL do filme 2001 – Uma Odisséia no Espaço é uma alusão ao nome IBM? Note que cada letra posterior às letras que compõe o nome HAL forma o nome da fabricante IBM.

Verifique, nas fotos abaixo, como as máquinas fotográficas estão expostas às enormes variações de temperatura:

Astronautas utilizando as câmeras HASSELBLAD 500EL "na Lua"
onde a extrema variação de temperatura prejudicaria os negativos
não permitindo que fotos tão nítidas chegassem à Terra em 1969.


Mais um detalhe que não podemos deixar passar despercebido: compare a primeira foto desta série acima com a do astronauta na NASA, na frente do suposto Stanley Kubrick. Note a extrema similaridade da posição do astronauta em ambas as fotos, segurando a câmera!

Outro fato contestado por inúmeros pesquisadores é a falta de estrelas no fundo das fotografias. Já que não há atmosfera na Lua e a atmosfera atrapalha, de certa forma, a nossa visão, o brilho das estrelas deveria ficar bem mais reluzente visto da Lua, devendo ser muito nítido nas fotografias. A desculpa que a NASA dá para este fato é que, na Lua, a luz do Sol é tão intensa que ofusca o brilho das estrelas. Acredite, Se Quiser!

Fotos de pegadas, que não se formam na Lua, devido à ausência de umidadeVeja os filmes que foram transmitidos para todo o planeta, da suposta conquista da Lua. Perceba que os astronautas transmitiam, em tempo real, vídeo e som para a base nos Estados Unidos. A conversa entre a base e os astronautas ocorria em tempo real naquela época! Como era possível isso há mais de 3 décadas atrás sendo que, hoje, para uma rede de televisão transmitir uma imagem para o outro lado do planeta são gastos 2 segundos para a imagem chegar lá e mais 2 segundos para a imagem voltar, gastando, ao todo, 4 segundos utilizando a mais alta tecnologia existente atualmente!?

Que roupas eram aquelas utilizadas pelos astronautas que resistiam a uma radiação solar tão absurda? Resistia também a altíssimas e baixíssimas temperaturas? E ainda suportavam a extrema falta da pressão atmosférica? Porque depois dessa missão, não há outras, com fotos e filmes novos e atuais?


O que "realmente" aconteceu nessa história do homem à Lua:

Os Estados Unidos levaram os astronautas a uma missão secreta no Deserto de Nevada, Estados Unidos, que, em vários locais, tem uma enorme similaridade com a aparência das fotos que teriam sido tiradas na Lua. Então, alegando a todos os participantes que aquilo tratava-se apenas de um treinamento. Montaram tudo, tiraram as fotos, e fizeram as filmagens do local.
Todo o material teria sido levado a estúdios, onde teriam sido realizados efeitos especiais nos filmes e fotos tiradas. Fora os diretamente envolvidos, apenas mais uma pessoa sabia da trama, sendo este o principal mentor da falcatrua: o presidente Richard Nixon.

Ele foi o único presidente dos Estados Unidos que vivenciou, em apenas três anos, todas as seis supostas viagens do homem à Lua, entre 1969 e 1972. Após a saída de Nixon do poder, nunca mais astronauta algum fora enviado à Lua.

Presidente Richard Nixon cumprimentando os astronautas da Apollo 11
na van onde eles ficaram em quarentena. Amplie a foto para ver se eles
estão felizes ou apreensivos com o feito histórico.


Com as fotos e filmes prontos, os Estados Unidos fizeram aquele mega marketing mundial, atraíram todos os holofotes para si, combinaram tudo com os astronautas, dizendo-lhes que eles seriam heróis e teriam tratamentos dignos de reis pro resto da vida e que nunca pessoa alguma provaria que eles não estiveram na Lua. Com tudo pronto, mandaram o foguete pro espaço. Mas, este, ficou apenas em órbita da Terra. A partir daí, a NASA começou a transmitir, "ao vivo", o filme que já estava pronto cheio de efeitos especiais. Daí pra frente foi fácil. Foi só os astronautas ficarem na órbita terrestre esperando o espetáculo terminar antes de retornarem para casa.






Fontes
http://www.afraudedoseculo.com.br/
http://news.bbc.co.uk/1/hi/sci/tech/2410431.stm.
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